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Shows marcam comemoração pelos 115 anos de emancipação política de Juazeiro do Norte

  A programação em comemoração aos 115 anos de emancipação política de Juazeiro do Norte reuniu milhares de pessoas na noite dessa terça-feira, 21, no Parque de Eventos Padre Cícero. A festa contou com apresentações musicais que celebraram a história, a cultura e a identidade do município. A abertura da programação ficou por conta do cantor Pepito, que levou ao palco um repertório de forró e piseiro. Em seguida, a dupla Forró de Nois manteve a animação do público com um show marcado por clássicos do forró. Um dos momentos mais aguardados da noite foi a apresentação da cantora Joelma. Com um repertório repleto de sucessos que marcaram sua trajetória, a artista levou o público a cantar e dançar do início ao fim do espetáculo. Encerrando a programação, Deávele Santos subiu ao palco com um show de piseiro estilizado. Além das apresentações musicais, a Prefeitura de Juazeiro do Norte disponibilizou uma estrutura integrada com equipes de segurança, saúde, trânsito e outros serviços munic...

STJ julga recurso para restabelecer condenação de Ustra

 Superior Tribunal de Justiça (STJ) julga nesta terça-feira (20) um recurso para restabelecer a condenação do ex-coronel do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra a indenizar a família do jornalista Luiz Eduardo Merlino, assassinado em julho de 1971, durante a ditadura militar.

Ustra morreu em 2015 e foi comandante do Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), um dos lugares de repressão a opositores da ditadura. A ação é movida contra duas filhas do militar.

O caso está na pauta de julgamentos da Quarta Turma do STJ. A sessão está prevista para começar às 14h.

O colegiado vai analisar a legalidade da decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) que derrubou a decisão de primeira instância que condenou os herdeiros de Ustra a pagarem R$ 100 mil para a viúva e a irmã de Merlino, além de reconhecer a participação do então coronel nas sessões de tortura que mataram o jornalista.

Integrante do Partido Operário Comunista à época, Merlino foi preso em 15 de julho de 1971, em Santos, e levado para a sede do DOI-Codi, onde foi torturado por cerca de 24 horas e morto quatro dias depois.

Edição: Fernando Fraga

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