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TSE: Paraná tem 94 cidades com falta de luz, mas votação segue normal

  TSE: Paraná tem 94 cidades com falta de luz, mas votação segue normal Nunes Marques garantiu que urnas continuaram funcionando Letycia Treitero Kawada - Repórter da Agência Brasil Publicado em 04/10/2026 - 17:28 São Paulo © Leobark Rodrigues/TSE Versão em áudio Com as fortes chuvas, o Paraná registrou falta total ou parcial de energia elétrica em seções eleitorais em 94 municípios. O balanço foi anunciado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques. Em 140 cidades paranaenses, os problemas no fornecimento de luz apareceram já no início da eleição e não haviam sido solucionados completamente até por volta das 15h. Nunes Marques, contudo, disse que a votação seguiu normalmente no estado, assegurada pelo uso de baterias e geradores de energia.  "Todas as urnas estão funcionando", afirmou. O Paraná soma mais de 8,6 milhões de eleitores aptos a votar este ano, segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). A eleição no estado é acompa...

PGR defende arquivamento de inquérito contra deputado André Fernandes

 Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou, nesta segunda-feira (10), ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedido de arquivamento do inquérito aberto contra o deputado federal André Fernandes (PL-CE).

O parlamentar foi acusado pela Polícia Federal (PF) de incitar os atos golpistas de 8 de janeiro por meio de publicações nas redes sociais. Na postagem feita em 6 de janeiro, Fernandes publicou um vídeo intitulado “ato contra o governo Lula” e escreveu: “Neste final de semana acontecerá, na Praça dos Três Poderes, o primeiro ato contra o governo Lula. Estaremos lá”.

Em seguida, no dia dos atos, ele publicou uma imagem da porta do armário do ministro Alexandre de Moraes que foi vandalizado e legendou: “Quem rir vai preso.

Fernandes e os demais deputados em eleitos em 2020 tomaram posse em fevereiro.

Ao analisar as declarações, o subprocurador Carlos Frederico Santos, coordenador do grupo que apura os atos golpistas, entendeu que as frases publicadas não têm menções a atos de violência.

“É evidente que uma publicação em rede social pode sim levar a uma influência causadora de um resultado delitivo, mas, neste caso, replicar um conteúdo já conhecido por milhares torna impossível conhecer o nível de influência da postura do investigado, o que torna a causalidade, em caso de eventual continuidade da persecução penal, apenas uma suposição indemonstrável”, afirmou Santos.

O pedido de arquivamento será analisado pelo relator, ministro Alexandre de Moraes.

Defesa

Pelas redes sociais, o parlamentar comentou o pedido de arquivamento. “Após 5 meses de investigação, a mesma PGR que pediu ao STF a abertura de inquérito contra mim, pediu hoje o arquivamento”, escreveu.

 

Edição: Marcelo Brandão

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