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Exposição reelabora terror com obras de artistas LGBT+ em Fortaleza População reinventa o medo como força de criação

  Com a proposta de reelaborar o imaginário do medo e do terror como forças de criação da população LGBT+ o Museu de Arte Contemporânea (MAC Dragão), em Fortaleza, recebe a partir deste sábado (18) a exposição “Terror celestial”. A mostra, que vai até o dia 4 de outubro, reúne obras de 24 artistas de diferentes linguagens. O curador, Lucas Dilacerda disse à Agência Brasil que a proposta é abordar a relação da comunidade LGBT+ com o terror. Ele destaca que, historicamente, a sociedade tem classificado essa população como figuras anormais, muitas vezes chamadas de monstros, estranhas, assustadoras, freak, aberrações e uma série de xingamentos que violentam seus corpos. “Essa violência começa a causar uma série de traumas e uma série de problemas e estruturas psíquicas que vão se reverberar na vida adulta. Então, a exposição investiga como todo esse imaginário do terror é reelaborado por esses artistas, transformado e transmutado na produção artística”, disse. Medo do diferente Dilace...

Bienal do Livro vai receber 600 mil visitantes no Riocentro

 A cerimônia de abertura do maior festival de literatura, cultura e entretenimento do país nesta sexta-feira (1º), no Riocentro, trouxe para o palco um pouco das experiências que o público vai viver nos próximos 10 dias, com a edição de 40 anos.  O prefeito do Rio, Eduardo Paes, a CEO assinou o decreto que promove a Bienal como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, valorizando a festa literária que traz as mais relevantes discussões sobre temas contemporâneos e que tanto inspirou a realização de eventos do mercado literário pelo país.

A cerimônia reuniu no palco a escritora Thalita Rebouças, a dupla de influenciadoras do livro e apresentadoras Afrofuturas, Pétala de Souza, o criador de conteúdo digital Fabão, o violoncelista Federico Puppi e a bateria da Portela. A abertura da Bienal também contou com a entrega do Prêmio José Olympio ao Programa Nacional do Livro Didático e com uma homenagem à Ana Maria Gonçalves, autora mineira do clássico Um defeito de cor, que será tema do desfile da Portela no Carnaval de 2024.

A Bienal vai reunir 380 autores e personalidades em mais de 200 horas de programação para um público de todas as idades, com nomes confirmados, como: Carla Madeira, Valter Hugo Mãe, Vera Holtz, Julia Quinn, Conceição Evaristo, Holly Black, Lázaro Ramos, Mauricio de Sousa, Aílton Krenak, Ana Maria Machado, Eliane Brum, Itamar Vieira, Klara Castanho, Joice Berth e muito mais.

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