O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
Ferroviária-SP empatou com o Sousa-PB por 1 a 1, na Paraíba, neste domingo (3) e assegurou o retorno à Série C em 2024. Como havia vencido o jogo de ida, em Araraquara, por 1 a 0, a equipe garantiu o acesso para disputar a terceira divisão do Campeonato Brasileiro pela primeira vez desde 2002. Xavier fez o gol que deu tranquilidade ao time, que posteriormente sofreu o empate com gol de Luís Henrique. A partida foi transmitida ao vivo na TV Brasil.

Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.