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MEC estende até dia 17 o prazo para redes de ensino aderirem à PND Prova pode ser usada para selecionar docentes para a educação básica

  O Ministério da Educação (MEC) prorrogou até 17 de junho o prazo de adesão voluntária para as redes de ensino interessadas em usar a Prova Nacional Docente (PND) para selecionar professores para a educação básica. O prazo original terminou no último domingo, 31 de maio . A adesão formal deve ser feita exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec) . Para acesso ao sistema, é preciso fazer login com a senha da plataforma Gov.br cadastrada pelos secretários de Educação ou pelos dirigentes estaduais ou municipais. A PND foi criada para apoiar as redes públicas na contratação de docentes e contribuir para a qualificação do ingresso na carreira do magistério, em todo o país . O exame pode substituir provas objetiva e discursiva das seleções para professores da educação básica feitas pelas redes de ensino. Adesão permanente As redes municipais, estaduais e do Distrito Federal que já formalizaram a adesão à PND, em 2025, de...

Startup inova para combater casos de assédio sexual no trabalho

 


Cerca de 831 denúncias de assédio sexual no trabalho foram registradas no primeiro semestre de 2023


Nos primeiros sete meses de 2023, o Ministério Público do Trabalho recebeu mais de 7 mil denúncias de assédio moral no ambiente de trabalho. Esse problema se estende também ao assédio sexual, com aproximadamente 831 denúncias registradas somente no primeiro semestre do ano. Essas estatísticas revelam uma triste realidade: nenhum setor do mercado, incluindo o ecossistema de startups, está imune ao assédio laboral.

Em março de 2023, membros do ecossistema criaram e assinaram uma carta intitulada “Todos contra o assédio no ecossistema de empreendedorismo e inovação do Brasil!”, direcionada à Associação Brasileira de Startups. O documento pedia que a Abstartups criasse um comitê “independente, isonômico, amplo e transparente” para acolher denúncias e investigar possíveis casos de assédio no ecossistema, além de garantir confidenciabilidade aos relatos e apoio às vítimas. Em resposta, a Abstartups criou um formulário para que empresas e voluntários “possam pensar em iniciativas e contribuir em ações específicas contra esse tipo de violência”.

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