O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
A seleção brasileira masculina de vôlei venceu a Ucrânia por 3 sets a 2 (parciais de 36/38, 25/20, 21/25, 25/18 e 15/11), na noite da última quarta-feira (4) no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, pelo torneio Pré-Olímpico. O resultado, que manteve o Brasil com grandes chances de conseguir a classificação para os Jogos de Paris, veio com o apoio da torcida brasileira.

Com o resultado a equipe comandada pelo técnico Renan Dal Zotto ocupa a 4ª posição do Grupo A da competição com sete pontos e três vitórias. A seleção alemã lidera a chave com 12 pontos e quatro vitórias consecutivas. Em seguida aparecem Cuba e Itália, cada uma com nove pontos e três vitórias.
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