O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
O cearense José Edgar Nogueira da Silva, 31 anos, e Bruno Nakayama Carvalho Rodrigues, 25 anos, natural de Gama-DF, foram condenados a 69 anos de prisão pelo assassinato da empresária Kariane Lima Veras, ocorrido em maio do ano passado na cidade de Piripiri.
A sentença foi expedida no dia 22 de Outubro do corrente ano pelo juiz Antonio Oliveira, da Vara Criminal da Comarca de Piripiri.
Atualmente, Nakayama e Edgar Guerreiro, estão presos na Penitenciária de São Raimundo Nonato. Por lá vão cumprir a sentença de 69 anos.
Cada um terá de pagar 05 salários mínimos para os filhos da vítima.
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