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Capital Limpa e Ordenada: frente especial de zeladoria reforça serviços nas Regionais 3, 4, 8 e 9 nesta semana

  Fortaleza participa de capacitação internacional sobre Destinos Turísticos Inteligentes A capital foi selecionada pela Rede Iberoamericana de DTI e inicia processo de autodiagnóstico para aprimorar políticas públicas do setor Compartilhe: A Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal do Turismo (Setfor), participa da Capacitação Internacional da Plataforma de Gestão do Conhecimento em Destinos Turísticos Inteligentes (DTI), promovida pela Rede Iberoamericana de Destinos Turísticos Inteligentes (RIDTI). A iniciativa, financiada pelo Banco de Desenvolvimento FONPLATA, reúne cerca de 40 destinos do Brasil, Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai para debater sobre transformação digital, inovação e gestão inteligente do turismo. A capacitação oferece metodologias, ferramentas e práticas que fortalecem a gestão dos destinos. Fortaleza é representada por técnicos do Observatório do Turismo, que atuam como pontos focais do Programa Fortaleza Destino Turístico Inteligente (F...

Brasil fica fora da Paralimpíada de Paris no rugby em cadeira de rodas

 A seleção brasileira de rugby em cadeira de rodas teve o sonho paralímpico adiado mais uma vez. Na noite de sábado (23), o Brasil foi derrotado pela Alemanha, por 62 a 50, na disputa pela terceira e última vaga aos Jogos de Paris, na seletiva realizada em Wellington, na Nova Zelândia. Os alemães, além de Austrália e Canadá, que foram à final do classificatório, estarão na Paralimpíada da capital francesa.

A modalidade é praticada por homens e mulheres com elevado grau de comprometimento físico-motor, como tetraplégicos. Os atletas são divididos em sete classes (0,5 ao 3,5, variando a cada meio ponto). Quanto menor a categoria, mais elevada a deficiência. A soma das classes dos jogadores em quadra (quatro de cada lado) não pode superar oito.

Uma partida de rugby em cadeira de rodas tem quatro períodos de 8 minutos (com intervalo após dois períodos) e ocorre em uma quadra com dimensões semelhantes à de basquete (15 metros de largura e 28 de comprimento). Os atletas devem ultrapassar a linha do gol rival com as duas rodas da cadeira e a bola (que é semelhante à do voleibol) em mãos para somar ponto.

O Brasil começou bem a partida, liderando o marcador até os minutos finais do segundo período, quando os europeus passaram à frente (24 a 23) e abriram, ainda, 2 pontos antes do intervalo (32 a 30). No terceiro período, os alemães ampliaram a vantagem para 9 pontos, deixando a missão brasileira mais complicada. A equipe verde e amarela se lançou ao ataque, mas não conseguiu mudar o jogo.

A campanha do Brasil na seletiva chegou ao fim com duas vitórias, sobre Nova Zelândia e Holanda, e três derrotas, para Canadá, Austrália e Alemanha, justamente as seleções que se classificaram aos Jogos de Paris. Os três países se juntam a Grã-Bretanha, Dinamarca, Japão, Estados Unidos e à anfitriã, França, que já estavam previamente garantidos na Paralimpíada. Os britânicos são os atuais campeões.

Os brasileiros buscavam uma classificação histórica à Paralimpíada, já que a única participação no evento, na edição do Rio de Janeiro, em 2016, deu-se como país-sede. Além do rugby em cadeira de rodas, o Brasil não tem mais chance de ir aos Jogos de Paris no basquete em cadeira de rodas.

Edição: Nádia Franco

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