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Ceará realiza trabalho tático no antepenúltimo dia de treinamentos para o confronto com o Athletic

  Preparador físico do Mais Querido, Rodolfo Mancha avaliou a semana de treinamentos e projetou a sequência da preparação Link para compartilhamento:    Copiar Foto: Felipe Santos/Ceará SC Faltam três dias para o Ceará enfrentar o Athletic/MG em seu retorno aos jogos em casa pelo Campeonato Brasileiro Série B. Nesta sexta-feira, 10, o elenco alvinegro realizou mais uma atividade no CT de Porangabuçu, desta vez com foco na parte tática da equipe.  Primeiramente, o elenco assistiu a um vídeo de análise da equipe adversária. Na sequência, depois de treinar a parte física na academia, o grupo seguiu para o campo do Vovozão, onde Daniel Paulista orientou um trabalho voltado ao posicionamento e a formatação de jogo da equipe.  Este foi o quinto dia de treinamentos da equipe para a partida. Recém-chegado, o preparador físico Rodolfo Mancha avaliou positivamente o período de atividades e projetou os próximos dois dias de trabalho e a partida com o Athletic/MG.  “ E...

Entidades do setor produtivo pedem cortes maiores na Selic Para CNI, Copom tem de considerar impacto dos juros sobre economia

 A redução da Taxa Selic (juros básicos da economia) em 0,5 ponto percentual recebeu críticas do setor produtivo. Entidades da indústria e centrais sindicais pediram mais ousadia do Banco Central (BC) na hora de cortar os juros.

Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) destacou que o corte de 0,5 ponto é insuficiente. Segundo a entidade, a inflação controlada permite reduções maiores que barateariam o crédito para investimentos e impulsionariam a política de reindustrialização.

“É importante que o Banco Central compreenda a realidade brasileira e dê a sua contribuição para a tão necessária redução do custo financeiro suportado pelas empresas, que se acumula ao longo das cadeias produtivas, e pelos consumidores. Sem essa mudança urgente de postura, fica mais difícil avançar na agenda de neoindustrialização, o que, consequentemente, anula oportunidades de mais prosperidade econômica para o país”, destacou em nota o presidente da CNI, Ricardo Alban.

A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) pediu que o BC não mexa no ritmo dos cortes e mantenha a redução de 0,5 ponto nas próximas reuniões. Em comunicado emitido logo após a reunião, o Copom informou que pretende fazer apenas um corte adicional de 0,5 ponto em maio, indicando que deve interromper o ciclo de reduções dos juros em junho.

“Essa queda de 0,5 ponto percentual precisa ser mantida nas próximas reuniões do Comitê de Política Monetária, haja vista que a economia e, sobretudo, a indústria seguem sofrendo os efeitos da taxa ainda elevada. O resultado negativo da produção industrial em janeiro reflete bem esse cenário”, destacou a entidade.

Centrais sindicais

Embora tenham indicado que os cortes estão na direção certa, as entidades de trabalhadores também criticaram a decisão do Banco Central. Para as centrais sindicais, o nível ainda alto da taxa de juros prejudica a recuperação da economia.

“Não há o que comemorar, pelo contrário. Simplesmente significa que o Banco Central está praticando uma política monetária prejudicial ao desenvolvimento do país há anos. Porque, mesmo tendo chegado ao menor nível em dois anos, o índice ainda é alto e trava a economia brasileira”, destacou em nota a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e vice-presidenta da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Juvandia Moreira.

Para a Força Sindical, a queda da Selic em 0,5 ponto é tímida e insuficiente para aquecer o consumo, gerar empregos, melhorar o Produto Interno Bruto (PIB) e distribuir renda. “Um pouco mais de ousadia traria enormes benefícios para o setor produtivo, que gera emprego e renda e anseia há tempos por um crescimento expressivo da economia. É um absurdo esta mesmice conformista dos tecnocratas do Banco Central”, criticou em comunicado o presidente da Força, Miguel Torres.

Edição: Carolina Pimentel

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