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*Minissérie sobre Belchior tem exibição gratuita no Cinema do Dragão neste fim de semana*

 *Minissérie sobre Belchior tem exibição gratuita no Cinema do Dragão neste fim de semana* A história de Belchior volta às telas no Ceará neste fim de semana. A minissérie de ficção “ALUCINAÇÃO”, produzida pela Urca Filmes e coproduzida pela cearense Gavulino Filmes, será exibida gratuitamente nas Salas 1 e 2 do Cinema do Dragão, dentro da programação Rememorações, que celebra os 13 anos desse espaço dedicado ao cinema. Na sexta-feira (11/9), serão apresentados os episódios 1 e 2, seguidos de debate com parte do elenco do filme, na Sala 2. No sábado (12/9), o público poderá assistir aos episódios 3 e 4. As sessões começam às 19h, e a retirada dos ingressos será na bilheteria do cinema, a partir das 18h. A entrada é gratuita, sujeita à lotação das salas.

Moro vira réu no Supremo por calúnia contra Gilmar Mendes Relatora vê indício de fato delituoso em vídeo em que aparece senador

 Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (4) tornar réu o senador Sergio Moro (União-PR) pelo crime de calúnia contra o ministro Gilmar Mendes.


Em abril de 2023, o parlamentar foi denunciado pela então vice-procuradora da República Lindôra Araújo após o surgimento de um vídeo nas redes sociais. Na gravação, Moro aparece em uma conversa com pessoas não identificadas. Durante o diálogo, que teria ocorrido em 2022, Moro afirmou: “Não, isso é fiança, instituto para comprar um habeas corpus do Gilmar Mendes”.

Por unanimidade, o colegiado seguiu voto proferido pela relatora, ministra Cármen Lúcia. Para a ministra, há indícios de fato delituoso para justificar abertura de uma ação penal contra o senador.

"A conduta dolosa do denunciado consistiu em expor sua vontade de imputar falsamente a magistrado deste Supremo Tribunal Federal fato definido como crime de corrupção passiva", afirmou a ministra.

O entendimento foi seguido pelos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Luiz Fux e Alexandre de Moraes.

Defesa

Durante o julgamento, o advogado Luiz Felipe Cunha, representante de Moro, defendeu a rejeição da denúncia e disse que o parlamentar se retratou publicamente. Para o advogado, Moro usou uma expressão infeliz.

"Expressão infeliz reconhecida por mim e por ele também. Em um ambiente jocoso, num ambiente de festa junina, em data incerta, meu cliente fez uma brincadeira falando sobre a eventual compra da liberdade dele, caso ele fosse preso naquela circunstância de brincadeira de festa junina", afirmou o advogado.

Edição: Nádia Franco

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