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Mulheres lésbicas e bissexuais fazem caminhada em SP contra violência Ato marca 10 anos do assassinato na jovem negra Luana Barbosa

  Diversas organizações e coletivos realizaram na tarde deste sábado (6), em São Paulo, a 24ª Caminhada de Mulheres Lésbicas e Bissexuais, como forma de fortalecer reivindicações específicas, embasadas em violências concretas e simbólicas que não atingem da mesma maneira o restante da comunidade LBGTQIA+. Fizeram parte da articulação a Coletiva da Visibilidade Lésbica SP, a Rede LésBi Brasil, o Lésbicas na Parada SP, a Rede Nacional Candaces, de Lésbicas e Mulheres Bissexuais Negras Feministas, a Associação Brasileira de Lésbicas (ABL), entre outros grupos. Este ano, o protesto, que sempre reitera o peso da lesbofobia e da bifobia contra as brasileiras e busca se descolar ao máximo de grandes financiadores, teve como um dos motes o aniversário de dez anos do assassinato da jovem negra Luana Barbosa dos Reis. Lésbica, negra e periférica, ela teve uma morte precoce, aos 34 anos, como mais uma vítima da letalidade policial.  Conforme familiares seus e movimentos da causa denuncia...

Ações do programa “Meu Celular” serão realizadas durante Fortal e Halleluya deste ano

 Com o intuito de garantir mais segurança, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) realizará ações e disponibilizará estandes do programa “Meu Celular” durante os dias de festividades do Fortal e Halleluya 2024. A inovação chega para os foliões e participantes de um dos maiores eventos religiosos do país como mais uma ferramenta para facilitar a recuperação de aparelhos celulares perdidos, furtados ou roubados.

A iniciativa tem o objetivo de cadastrar os celulares no site www.meucelular.sspds.ce.gov.br, disponibilizado pelo Governo do Ceará, nos Postos Avançados que serão montados nos locais dos eventos. O sistema foi desenvolvido por meio da Coordenadoria de Tecnologia da Informação e Comunicação (Cotic), vinculada à SSPDS, a partir de estudos realizados pela Superintendência de Pesquisa e Estratégia de Segurança Pública (Supesp).

O titular da Coordenadoria Integrada de Planejamento Operacional (Copol) da SSPDS, Harley Filho, ressaltou a importância da implementação dos estandes nos eventos. “Os estandes é uma inovação dentro dos eventos voltados para atender a população que tenha um celular extraviado, furtado ou roubado, além de ser uma forma de antecipação, ou seja, se eu vou para um evento de grande fluxo que pode ocorrer a possibilidade de perda desse celular, eu já faço esse pré-cadastro e, se ocorrer algo nesse contexto, fica mais célere a emissão do alerta. Dentro desse cenário, caso haja uma recuperação desse aparelho, já será identificado o proprietário. É uma novidade para tentar trazer segurança para o bem do cidadão. Curtam o evento, mas tenham cuidado com os pertences pessoais”, destacou.

Na ocasião, equipes da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) também darão orientações ao público em geral. Os eventos ocorrem nos bairros Manuel Dias Branco e no Condomínio Espiritual Uirapuru (CEU), em Fortaleza, respectivamente. É importante ressaltar que durante as programações também ocorrerão buscas e revistas na saída por equipes da Polícia Militar do Ceará (PMCE) e forças parceiras. O intuito é coibir ações criminosas nos festejos.

Meu celular: como funciona?

Para fazer um novo cadastro, o usuário deve criar um perfil em: meucelular.sspds.ce.gov.br, informando seus dados pessoais, a marca, modelo, IMEI e nota fiscal (caso ainda tenha) do aparelho comprado ou já utilizado.

Caso seja roubado, furtado ou tenha o aparelho extraviado, o usuário entra no endereço da plataforma e protocola a ocorrência, clicando em um alerta que sinaliza a restrição. O alerta fica pré-ativado, inicialmente, por 72 horas, simbolizado pela cor laranja. O usuário deve formalizar um Boletim de Ocorrência (BO) com o IMEI, permitindo que o alerta seja convertido para a cor vermelha e assim permaneça até que seja recuperado.

Em qualquer abordagem realizada pela Polícia Militar do Ceará (PMCE), caso o alerta esteja ativado, a composição conseguirá identificar a restrição, por meio de um aplicativo cadastrado em smartphones utilizados nas viaturas. O celular será apreendido e a situação será conduzida à Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) para os trâmites necessários (prisão, apreensão ou registro de Termo Circunstanciado de Ocorrência, a depender da situação).

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