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Fiocruz vai produzir remédio de alto custo contra esclerose para o SUS Produção nacional deve reduzir custos e aumentar alcance do tratamento

  O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação.  Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base.  Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país.  No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....

Uece oferece atendimento psicológico a mulheres vítimas de violência

 O Serviço de Psicologia Aplicada (SPA) e o Núcleo de Acolhimento Humanizado às Mulheres em Situação de Violência (NAH), da Universidade Estadual do Ceará (Uece), realizam o projeto Plantão AcolheDor, com atendimento psicológico para mulheres vítimas de violência, seja do tipo sexual, psicológica, moral, física ou patrimonial.

“Os atendimentos são voltados tanto para mulheres que têm consciência das violências sofridas, já fizeram denúncias e estão sendo acolhidas por outras instituições, como também para as mulheres que ainda têm dúvidas sobre as situações em que estão vivendo, se são situações de violência ou não”, explica a coordenadora do projeto Layza Castelo.

Mulheres e meninas a partir de 13 anos de idade, em situação de vulnerabilidade, interessadas no atendimento, podem fazer o agendamento por meio do WhatsApp (85) 98420-1584.

Os atendimentos do plantão psicológico acontecem de modo presencial, de segunda a sexta-feira, no turno da tarde, no campus Itaperi, sendo realizado por estudantes do último ano do curso de Psicologia da Uece, sob supervisão docente. Cada mulher pode ter até três sessões, sendo posteriormente encaminhada para serviços mais duradouros, caso seja necessário.

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