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Invictas, seleções do Brasil jogam oitavas do Mundial de vôlei sentado Times masculino e femiinino competem a partir das 2h30 desta terça

  As seleções masculina e feminina de vôlei sentado, que disputam o Campeonato Mundial da modalidade em Hanghzou (China), voltam a quadra na madrugada desta terça-feira (14), pelas oitavas de final dos respectivos torneios. Entre os homens, que buscam um título inédito, o desafio brasileiro será contra o Japão, a partir das 2h30 (horário de Brasília). Já às 3h, as mulheres do Brasil, atuais campeãs, encaram com a Hungria para seguirem na disputa pelo bi. As duas equipes estão invictas. A equipe masculina encerrou a participação na primeira fase ao vencer a Croácia por 3 sets a 0 (25/20, 25/21 e 25/14) nas primeiras horas desta segunda-feira (13). A equipe feminina, também na última madrugada, derrotou a França pelo mesmo placar, mas com parciais de 25/12, 25/9 e 25/5. O Mundial reúne 16 seleções em cada naipe, divididas em quatro chaves de quatro times cada, que jogam entre si. A etapa de grupos serve para definir os confrontos das oitavas de final, pois todos os participantes avan...

STF prorroga suspensão da dívida de Minas com o governo federal Minas Gerais deve ao governo perto de R$ 165 bilhões

 O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (1º), em Brasília, prorrogar a suspensão do pagamento da dívida de Minas Gerais com governo federal até 28 de agosto.

O magistrado atendeu pedido do governo estadual para ampliar outra decisão da Corte, proferida pelo ministro Edson Fachin, que também determinou a suspensão do prazo, que terminaria hoje. 

Na decisão, Nunes Marques entendeu que cabe ao Judiciário fazer a intermediação da questão.

"A intervenção do Poder Judiciário é justificável ante seu papel de agente mediador de interesses dos entes políticos, buscando-se uma resolução consensual para a regularização da grave situação fiscal do estado-membro", justificou o ministro.

Em parecer enviado ontem (31) ao Supremo, a Advocacia Geral da União (AGU) opinou contra a concessão da prorrogação.

Recuperação fiscal

No parecer, o órgão sustentou que o governo deve aprovar medidas de contrapartida no Legislativo estadual para aderir ao regime de recuperação fiscal da União. Além disso, a AGU defende que as parcelas da dívida devem ser pagas normalmente.

"A União entende como imprescindível a sinalização de comprometimento do estado de Minas Gerais com o reequilíbrio fiscal com, no mínimo, a retomada do pagamento do seu serviço da dívida, ainda que no modelo benéfico já ventilado por este central, consistente no retorno ao pagamento como se no Regime de Recuperação Fiscal estivesse, para que seja possível cogitar-se eventual abertura de procedimento conciliatório", afirmou a AGU.

A dívida de Minas com o governo federal está em torno de R$ 165 bilhões.

Edição: Kleber Sampaio

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