Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) distribuiu o inquérito sobre a morte da policial militar Gisele Alves Santana para a Vara do Júri da Capital. Essa unidade é especializada em julgamento de crimes dolosos contra a vida, como homicídio, feminicídio, induzimento ao suicídio, entre outros. Inicialmente, o caso foi reportado como suicídio. Gisele foi encontrada com um tiro na cabeça, em 18 de fevereiro, no apartamento em que morava com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto. Ele estava no local, chamou socorro e reportou o caso às autoridades como suicídio. Posteriormente, o registro foi alterado para morte suspeita. Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), a investigação apura o crime como morte suspeita, e a tipificação pode ser revista a qualquer momento, sem prejuízo ao inquérito. “A Polícia Civil já colheu depoimentos e aguarda laudos complementares para subsidiar as investigações. O caso é rigorosamente apurado, sob sigilo, co...
Fortaleza Esporte Clube se solidariza com familiares e amigos após a perda precoce de João Victor Fontenele Eloia, que nos deixa aos 21 anos após um acidente de trânsito.
Estudante da Universidade Federal do Ceará (UFC), Sócio Torcedor apaixonado pelo Leão e um orgulho para a família. É com profundo pesar que recebemos a notícia de seu falecimento.
Que os que rodeavam tenham força para superar essa perda irreparável. Que João Victor descanse em paz!
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