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Seleção Sub-15 goleia Chile por 8 a 1 em amistoso Samuell (2), Brener, Kauã, Yan Gabriel, Gabriel Bueno, Asafe e Gabriel Keven fizeram os gols da Amarelinha

  Seleção Sub-15 goleia Chile em amistoso Fabricio Felix A Seleção Brasileira Sub-15 goleou o Chile por 8 a 1 em amistoso realizado nesta terça-feira (7). A partida foi disputada em Santiago e faz parte do ciclo de preparação da Amarelinha para a Conmebol Liga Evolução 2026. Samuell (2), Brener, Kauã, Yan Gabriel, Gabriel Bueno, Asafe e Gabriel Keven fizeram os gols do Brasil. Durante toda a partida, a Seleção Brasileira foi superior. Apesar de já ter conseguido um placar elástico ainda no primeiro tempo, a equipe comandada pelo técnico Guilherme Dalla Dea manteve a ofensividade e balançou a rede oito vezes. Reforçando a defesa compacta, o Brasil sofreu apenas um gol, de pênalti. Seleção Sub-15 goleia Chile em amistoso Créditos: Fabricio Felix O Brasil ainda enfrentará o Chile em mais um amistoso na quinta-feira (9), encerrando a 4ª fase de preparação para o torneio continental. Após os jogos contra os chilenos, a Amarelinha entrará na 5ª fase de preparação, a última antes da Liga ...

MPSP recorre de extinção de penas do Massacre do Carandiru Tribunal de Justiça aplicou indulto concedido por Bolsonaro a PMs

 O Ministério Público de São Paulo recorreu da decisão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo que extinguiu a pena dos 74 policiais militares condenados pelo massacre no presídio do Carandiru. Em 1992, 111 presos foram mortos pelos integrantes da PM durante uma rebelião.

Condenados a penas entre 48 a 624 anos de prisão, os policiais tiveram as decisões extintas sob argumentação de constitucionalidade do indulto concedido aos réus pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, em 2022. O Ministério Público, entretanto, alega que a decisão foi tomada sem que a promotoria tenha se manifestado.

O episódio que ficou conhecido como massacre do Carandiru completou 32 anos no último dia 2 de outubro. Ao todo, 74 policiais militares foram denunciados e condenados em júri popular pelos assassinatos dos detentos no pavilhão 9 da casa de detenção de São Paulo, em 1992.

A decisão de extinguir essas penas foi tomada pelo Órgão Especial do Tribunal, que conta com 25 desembargadores. O argumento dos magistrados foi o de que, com o decreto presidencial de Bolsonaro considerado válido, não seria possível deixar de aplicá-lo. Desta forma, todas as penas decretadas foram abolidas.

Logo após o ex-presidente Bolsonaro ter concedido o indulto aos PMs, o Ministério Público entrou com uma representação na Procuradoria-Geral da República sob alegação de inconstitucionalidade do decreto presidencial.

À época, o documento do MP apontou que a concessão do indulto não era compatível com dispositivos da Convenção Americana sobre Direitos Humanos, promulgada pelo Decreto n. 678, de 06 de novembro de 1992. Por isso, a promotoria pediu que a PGR tomasse providências urgentes.

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