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Agentes da Metrofor detêm suspeito de importunação sexual e entregam-no à Polícia Militar

  A ação rápida de funcionários da Metrofor permitiu que um suspeito de importunação sexual fosse detido na manhã desta segunda-feira (27), na Linha Sul. A denúncia partiu de uma passageira, que afirmou que o homem teria exposto o órgão genital dentro do trem, tentando encobri-lo em seguida com uma bolsa. A atitude gerou revolta entre as mulheres que presenciaram a cena, e um agente de estação que estava no local interveio, contendo o suspeito e retirando-o do trem. O desembarque ocorreu na estação Maracanaú, onde agentes de segurança mantiveram o suspeito detido até a chegada da Polícia Militar. A vítima e uma testemunha permaneceram no local para formalizar a denúncia. Uma equipe da 2ª Companhia do 14º Batalhão de Polícia Militar (2ª Cia/14º BPM) foi acionada pela Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops), da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), para atender à ocorrência de importunação sexual em transporte coletivo. Ao chegar à estação, os pol...

STF julgará ação de Bolsonaro para impedir Moraes de relatar inquérito Para defesa do ex-presidente, ministro consta como vítima no processo

 Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 6 de dezembro o julgamento do recurso no qual o ex-presidente Jair Bolsonaro pretende afastar o ministro Alexandre de Moraes da relatoria do inquérito do golpe.

O plenário da Corte vai julgar um recurso da defesa do ex-presidente para derrubar a decisão do presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, que, em fevereiro deste ano, negou pedido feito pela defesa do ex-presidente para que Moraes seja impedido de atuar no processo.

Após a decisão, os advogados recorreram ao plenário para reafirmar que Alexandre de Moraes figura como vítima nas investigações. Segundo a defesa, pelas regras do Código de Processo Penal (CPP), o juiz não pode atuar no processo em que ele próprio for parte ou diretamente interessado.

Na semana passada, Bolsonaro e mais 36 aliados foram indiciados pela Polícia Federal (PF) pela tentativa de golpe. De acordo com as investigações, Bolsonaro tinha conhecimento do plano para matar Alexandre de Moraes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente, Geraldo Alckmin.

O caso será julgado pelo plenário virtual da Corte. Na modalidade eletrônica, os votos são inseridos no sistema de votação e não há deliberação presencial dos ministros.

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