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Com valores promocionais, Ceará inicia venda de ingressos para duelo contra Operário/PR

  Partida acontece no domingo, 31, na Arena Castelão Link para compartilhamento:    Copiar Gabriel Silva / Ceará SC O Ceará iniciou, na noite desta terça-feira, 26, a venda de ingressos para o duelo diante do Operário/PR, válido pela 11ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. A partida acontece no domingo, 31, às 16h (de Brasília), na Arena Castelão. Ao todo, três setores estarão à disposição da Nação Alvinegra: Inferior Norte, Inferior Central e Premium. Os valores dos ingressos variam entre R$ 10 e R$ 280. Os bilhetes podem ser adquiridos nas Lojas Vozão (sede e shoppings) ou pelo site ingressosa.com/cearasc. Confira valores: Inferior Norte: R$ 10 (meia-entrada) | R$ 20 (inteira) Inferior Central: R$ 25 (meia-entrada) | 50 (inteira) Premium: R$ 140 (meia-entrada) | R$ 280 (inteira) REGRAS DE MEIA-ENTRADA Em 1º de Dezembro de 2015 entra em vigor a Lei Geral da Meia-Entrada (Decreto nº 8.537/15), que regulamenta a Lei 12.933/13), assegurado o benefício para 40% do to...

Julgamento sobre responsabilidade de redes por conteúdos é retomado Análise no STF começou na semana passada

 O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou há pouco o julgamento dos processos que tratam da responsabilidade das empresas que operam as redes sociais sobre o conteúdo ilegal postado pelos usuários das plataformas.

O julgamento começou na semana passada e foi retomado com a leitura do voto do ministro Dias Toffoli, relator de um dos processos. Em seguida, terá a palavra Edson Fachin, relator de outra ação que trata da questão. Todos os 11 ministros estão aptos a votar.

A Corte discute a constitucionalidade do Artigo 19 do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), norma que estabeleceu os direitos e deveres para o uso da internet no Brasil.

De acordo com o Artigo 19, "com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura", as plataformas só podem ser responsabilizadas pelas postagens ilegais postadas por seus usuários se, após ordem judicial, não tomarem providências para retirar o conteúdo.

Na semana passada, representantes das redes sociais defenderam a manutenção da responsabilidade somente após o descumprimento de decisão judicial, como ocorre atualmente. 

As redes sociais sustentaram que já realizam a retirada de conteúdos ilegais de forma extrajudicial e que o eventual monitoramento prévio configuraria censura.

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