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Com novo título, vendas do Tesouro Direto superam R$ 10 bi em maio Volume vendido atingiu melhor resultado para o mês

  Impulsionadas pelo novo título Tesouro Reserva , as vendas de títulos públicos a pessoas físicas pela internet bateram recorde para meses de maio, divulgou nesta quinta-feira (25) o Tesouro Nacional. No mês passado, o Tesouro Direto vendeu R$ 10,22 bilhões em papéis. O valor é 19,46% maior do que em abril, quando as vendas do Tesouro Direto somaram R$ 8,55 bilhões. Na comparação com maio do ano passado, o volume é 48,98% superior. O recorde histórico para todos os meses do Tesouro Direto ocorreu em março , quando as vendas de títulos federais pela internet somaram R$ 14,79 bilhões. Os títulos mais procurados pelos investidores em maio foram os vinculados aos juros básicos, cuja participação nas vendas somou 54,5%. No caso das tradicionais Letras Financeiras do Tesouro (LFT), as vendas somaram R$ 4,05 bilhões (39,6% do total). As vendas do Tesouro Reserva, novo título indexado aos juros básicos que funciona como as caixinhas de bancos digitais, somaram R$ 1,52 bilhão (14,9% do to...

Desfiles de São Paulo têm Zé Celso, Benito de Paula, fé e literatura Vai-Vai fechou o desfile nesta madrugada

 Segundo dia dos desfiles do grupo especial em São Paulo teve homenagens ao dramaturgo Zé Celso Martinez Corrêa, a Benito di Paula, além de celebrações à fé, às literaturas infantil e brasileira, às cultura afro-brasileira e indígena e ao movimento LGBT.

Com a abertura do tradicional Afoxé Filhos da Coroa de Dadá, a noite começou com a Águia de Ouro, com uma bonita celebração ao cantor e compositor Benito di Paula. Com um roteiro inspirado em um de seus maiores sucessos, “Retalhos de cetim”, a escola da Pompeia, teve o cantor Xande de Pilates como intérprete do samba.

A estátua do personagem das histórias em quadrinhos Charles Brown, na referência a outro sucesso do cantor, Meu amigo Charlie Brown, chamou a atenção do público. 

Império de Casa Verde veio na sequência do desfile. A escola, com o enredo Cantando Contos. Reinos da Literatura, apresentou a bateria toda fantasiada com o vilão Coringa, do super herói Batman. Também registrou sua passagem com Harry Potter na comissão de frente, além de Peter Pan, Cinderela e Branca de Neves nas alas.

Personagens de João Guimarães, como Riobaldo e Diadorim, de Grande Sertão: Veredas, e de Monteiro Lobato, com o Sítio do Picapau Amarelo, foram outros pontos de destaque da agremiação do bairro da zona norte de São Paulo.

A Mocidade Alegre foi uma das escolas que mais animaram o público da arquibancada do Sambódromo. Com o tema “Quem não pode com mandinga não carrega patuá”, a escola celebrou a fé em suas várias vertentes. Um dos carros alegóricos da agremiação apresentou problemas e chegou a ser empurrado pelos integrantes, mas não comprometeu o desfile.

cultura religiosa de origem afro foi o condutor do desfile da Gaviões da Fiel. A escola dos carnavalescos Rayner Pereira e Júlio Poloni trouxe o enredo “Irin Ajó Emi Ojisé”, ou “A viagem do espírito mensageiro” com celebrações à ancestralidade dos povos africanos. A apresentadora de televisão Sabrina Satto, com uma fantasia bastante ousada, se apresentou mais uma vez como rainha da bateria da escola.

cultura indígena esteve no centro do desfile da Acadêmicos do Tucuruvi. A homenagem e mote da agremiação foi o manto tupinambá, que estava em poder da Dinamarca e, recentemente, foi devolvida ao Brasil.

população LGBT, com o enredo “Muito além do Arco-Íris ‘Tire o preconceito do caminho que nós vamos passar com amor”, foi o tema da Estrela do Terceiro Milênio. O carnavalesco Murilo Lobo abusou das referências ao universo LGBT, que teve o cantor Edson Cordeiro na avenida, e a drag queen Silvetty Montilla.

A Vai-Vai, maior colecionadora de título do carnaval paulistano, fechou o desfile desta madrugada com uma homenagem ao dramaturgo Zé Celso Martinez Corrêa, que morreu em 2023. A escola contou com a presença da apresentadora de televisão Luciana Gimenez como madrinha da bateria.

A tradicional escola fica no Bixiga, mesmo bairro do icônico Teatro Oficina, onde Zé Celso encenou suas peças. A agremiação foi uma das que mais empolgaram o público do Sambódromo.

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