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Justiça manda prender jornalista perseguido por Carla Zambelli Perseguição ocorreu em 2022; e a então deputada empunhava arma de fogo

  O juiz José Fernando Steinberg, do Juizado Especial Criminal do Foro de Barra Funda, em São Paulo, determinou a prisão, em regime aberto, do jornalista Luan Araújo, que em outubro de 2022 foi alvo de uma perseguição a mão armada pelas ruas de São Paulo por parte da então deputada federal Carla Zambelli. A medida foi determinada devido ao não pagamento de uma indenização por difamação a qual Araújo foi condenado. Ele foi considerado culpado por difamar Zambelli ao ter publicado após a perseguição um texto com críticas a Zambelli. No texto, Araújo afirmou, por exemplo, que Zambelli integrava uma “seita de doentes de extrema direita que a segue incondicionalmente e segue cometendo atrocidades”. Tal seita seria composta por “mercadores da morte”, escreveu o jornalista. Processado pela então parlamentar, Araújo foi absolvido do crime de injúria, mas acabou condenado ao pagamento de indenização por difamação. Em valores atuais, acrescido de multas e custas processuais, o valor não pago...

Polícia Civil do Ceará participa de operação interestadual de combate a fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro

 Esta é a segunda fase da ofensiva que visa prender todos os envolvidos no crime

Uma operação coordenada pela Polícia Civil de Santa Catarina, com apoio da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) e das polícias de outros oito estados da federação, resultou, nas primeiras horas desta quinta-feira (10), nos cumprimentos de mandados de busca e apreensão e prisão, contra alvos envolvidos em crimes de fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro. No Ceará, quatro pessoas foram presas por força de mandados de prisão temporária, no município de Caucaia, na Área Integrada de Segurança 11 (AIS 11) da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).

Com apoio da Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), os policiais civis dos oito estados saíram em campo, de forma simultânea, para cumprir 23 mandados de prisão temporária e quatro de busca e apreensão contra um grupo criminoso responsável por fraudar o sistema de uma empresa em cerca de R$ 6 milhões e realizar mais de 300 transações, em Florianópolis (SC). Essa é a segunda fase da ofensiva policial, que em outro momento, realizou o bloqueio de criptoativos, pertencentes a um dos autores do crime, bem como na apreensão de um veículo de luxo.

Com base nas investigações iniciadas em 2024, a fraude consistiu no acesso indevido ao sistema de TI de uma empresa, resultando na realização de mais de 300 transações fraudulentas. A Operação Ghosthunters concentra-se na identificação e responsabilização de outros possíveis coautores e dos chamados “conteiros”, indivíduos que viabilizaram o recebimento dos valores desviados em suas respectivas contas bancárias, objetivando, assim, ocultar a origem ilícita dos valores provenientes da fraude.

Sobre a operação

Foi intitulada como Ghost hunters, que em inglês significa caçadores de fantasmas. No contexto policial, o termo faz referência à atuação das Polícias Civis na identificação e prisão de criminosos que praticam fraudes virtuais, por meio de identidades ocultas e realizam transações financeiras digitais, como criptoativos, ou à própria natureza invisível dos crimes cibernéticos.

Com informações fornecidas pela PCSC e pelo MJPS.

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