Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) distribuiu o inquérito sobre a morte da policial militar Gisele Alves Santana para a Vara do Júri da Capital. Essa unidade é especializada em julgamento de crimes dolosos contra a vida, como homicídio, feminicídio, induzimento ao suicídio, entre outros. Inicialmente, o caso foi reportado como suicídio. Gisele foi encontrada com um tiro na cabeça, em 18 de fevereiro, no apartamento em que morava com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto. Ele estava no local, chamou socorro e reportou o caso às autoridades como suicídio. Posteriormente, o registro foi alterado para morte suspeita. Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), a investigação apura o crime como morte suspeita, e a tipificação pode ser revista a qualquer momento, sem prejuízo ao inquérito. “A Polícia Civil já colheu depoimentos e aguarda laudos complementares para subsidiar as investigações. O caso é rigorosamente apurado, sob sigilo, co...
POLÍCIA
Mais um preso é morto no IPPS, em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza. Francisco Márcio Carneiro foi assassinado a facadas, no início da madrugada.A polícia investiga o autor do crime. Com este caso, sobe para 15 o número de presos mortos no IPPS, somente neste ano.
Por Marcellus Rocha, com informações do Ciops
Mais um preso é morto no IPPS, em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza. Francisco Márcio Carneiro foi assassinado a facadas, no início da madrugada.A polícia investiga o autor do crime. Com este caso, sobe para 15 o número de presos mortos no IPPS, somente neste ano.
Por Marcellus Rocha, com informações do Ciops
Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.