A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por maioria, que o reconhecimento póstumo da paternidade socioafetiva não depende da manifestação formal de vontade do pretenso pai. Segundo o colegiado, o estado de filho reconhecido publicamente é suficiente para configurar o vínculo. Na origem, três mulheres ajuizaram ação de reconhecimento de filiação socioafetiva post mortem cumulada com petição de herança em relação ao falecido padrasto. Alegaram que, ao perder o pai biológico muito cedo, passaram a conviver – como verdadeira família – com a mãe biológica, o padrasto e sua filha natural. Durante mais de 20 anos, teriam recebido dele amor, educação e suporte financeiro. O juízo julgou os pedidos improcedentes, por entender que o reconhecimento póstumo do parentesco exigiria a apresentação de prova formal e inequívoca de que o padrasto tinha a intenção de assumir as enteadas como filhas. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) manteve a ...
"Três pessoas deram entrada na Santa Casa de Sobral, nas últimas horas. Uma pessoa se envolveu numa colisão de moto com moto.Uma segunda se envolveu em acidente de motocicleta, além de um homem que veio da cidade de Irauçuba, vítima de arma branca."
Fonte:Blog do Wilson Gomes
Fonte:Blog do Wilson Gomes
Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.