O delegado Edson Henrique Damasceno, então titular da delegacia policial que investigou a morte do Henry Borel, de 4 anos, em março de 2021, afirmou nesta terça-feira (26) que a análise de prints (reproduções) de mensagens de celular da babá do menino levaram a descobrir o que chamou de “farsa” por trás da morte da criança. “Se não tivessem esses prints , a mentira iria seguir”, declarou no júri durante abertura do segundo dia de julgamento do caso no 2º Tribunal do Júri, no Rio de Janeiro. À época da morte, Damasceno estava à frente da 16ª Delegacia Policial (DP), sediada na Barra da Tijuca, bairro nobre do Rio de Janeiro onde morava o então casal Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, e Monique Medeiros da Costa e Silva, acusados pela morte de Henry Borel. Então vereador no Rio de Janeiro no quinto mandado, Dr. Jairinho era padrasto de Henry, filho de Monique Medeiros com Leniel Borel de Almeida Junior. O menino morreu na madrugada de 8...
Espetáculo é produzido pelo Grupo Mirante de Teatro Unifor, que incluiu uma lenda cearense na montagem
Mesclando o clássico conto do século XIX, de Hans Christian Andersen, e uma lenda cearense – A Pedra da Moça –, ouvida no município de Icapuí, litoral leste do estado, o espetáculo “Pequena Sereia” chega ao Theatro Via Sul Fortaleza para apresentações dias 30 e 31 de março, às 17h.
“São dois mundos tão distantes que ousaram se encontrar!”. Essa frase, no epílogo da peça, revela o tema que teve centralidade nesta montagem de Pequena Sereia: a interculturalidade. Distintos modos de compreender a vida, de vivenciar o encontro com o outro ou de manter os preconceitos que distanciam, são unidos por uma paixão entre uma sereia e um pescador.
Produzido pelo Grupo Mirante de Teatro Unifor, a peça apresenta o conflito de uma sereia jovem e sonhadora – muito diferente das míticas sereias, mulheres com caudas de peixe que encantam e levam homens para o fundo do mar – que idealiza viver um amor com um ser humano e, assim, ganhar uma alma imortal. A despeito dos conselhos da avó e da irmã mais velha para que abandone esse intento, a sereia decide encontrar o seu amor e, para tanto, pede a ajuda da Feiticeira do Mar, uma água-viva, que lhe cobra um alto preço por seus préstimos. Rumores do seu aparecimento perturbam a tranquilidade de uma pacata aldeia à beira-mar, exigindo do apaixonado pescador José muito engenho para que seus companheiros não descubram o paradeiro da jovem.
Durante a peça, uma tartaruga – considerada um animal de vida longa, símbolo de sabedoria, habitante do mar e da terra – assume o papel de contadora de histórias e traz reflexões, apresenta pontos de vista, estimula a curiosidade da plateia: “vocês, por acaso, já ouviram falar de romance entre pescador e sereia que tenha dado certo?”.
Músicas, movimentos circenses, técnicas de representação, cenários, figurinos e adereços que presentificam os universos do fundo do mar e da terra são utilizados para falar poeticamente de afetos, de desejos, do olhar do outro, das intolerâncias e do medo do desconhecido que há em nós. Ao fim da peça, a esperança num mundo em que seja menos difícil amar: “no espelho do mar ou na areia da praia, o romance tem sua cor. O mundo observa, ao longe, ensaia florescer tão belo amor!”
SERVIÇO
Pequena Sereia
Datas: 30 e 31 de Março de 2019
Horário: Sábado e Domingo 17h;
Classificação: LIVRE
Duração: 60min
Local: Theatro Via Sul Fortaleza – Av. Washington Soares, 4335 – Edson Queiroz
Ingressos: R$ 30/R$ 15 (mezanino) e R$30/R$15 (plateia)
Capacidade: 732 Pessoas
Informações: (85) 3099-1290
Endereço: Shopping Via Sul – Fortaleza/CE – Brasil, Av. Washington Soares, 4335
Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a sábado, das 10h às 22h; Aos domingos e feriados, das 11h às 21h
Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais.
Estacionamento no Via Sul Shopping

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