Open IA invade site com dados da saúde pública da Austrália Primeiro-ministro sugere que invasão ocorreu por razões comerciais Lucas Pordeus León - Repórter da Agência Brasil Publicado em 24/09/2026 - 12:48 Brasília © MICK TSIKAS/ Reuters/ Proibido reprodução Versão em áudio Um sistema de Inteligência Artificial (IA) da Open IA, dona do ChatGPT , invadiu um portal do governo da Austrália que reúne dados estatísticos da saúde pública do país da Oceania, o Medicare. O ataque cibernético ocorreu em 18 de julho, mas só foi revelado nesta quarta-feira (23) pelo primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese. “Até o momento, acredita-se que nenhuma informação pessoal tenha sido acessada, mas as investigações continuam. As evidências disponíveis atualmente indicam que não houve comprometimento mais amplo da rede da Services Australia [órgão que gerencia os programas do governo australiano]. No entanto, esta situação é obviamente inaceitável”, disse o chefe de governo australiano, em No...
Os beneficiados com a ação poderão recarregar embalagens com o álcool 70%, na Fábrica Escola, que mudou a produção para atender a demanda neste período de pandemia do coronavírus.
Apesar da renovação do decreto de isolamento social, o Ceará iniciou uma fase de transição segunda-feira (01/06), etapa que servirá de teste para a retomada das atividades econômicas no Estado. Com os profissionais autorizados a retomarem as rotinas de trabalho, os cuidados com a higienização serão redobrados.
A fim de contribuir na luta contra o novo coronavírus, a Fábrica Escola de Processamento de Cana-de-Açúcar do Cariri, equipamento do Governo do Ceará, administrado pelo Instituto Agropolos do Ceará (IACe), redirecionou a produção para fabricação de um produto essencial para higiene pessoal, o álcool em solução 70%.
De acordo com o responsável pela Fábrica Escola, Alexandre Cortez, o destino dessa força-tarefa é a doação para instituições de saúde pública e lares de proteção aos idosos no Cariri. "Neste primeiro momento, nós vamos doar mil frascos retornáveis de álcool. Assim, na medida que as instituições forem utilizando, elas podem trazer aqui para abastecer novamente com o álcool líquido”.
A produção de álcool começou em abril, em parceria com a Pró-reitoria de Pesquisa e o laboratório de química da Universidade Regional do Cariri. Durante a destilação, como explica Alexandre Cortez, o álcool evaporado se condensa ao passar por uma serpentina.
"A primeira parte do líquido que pinga deve ser descartada. É a chamada cachaça de cabeça, que contém alto teor de substâncias voláteis e faz um estrago danado no organismo de quem a consome. Mas é perfeita para ser transformada em álcool etílico".
Solidariedade e compromisso
A ideia surgiu da necessidade de colaborar para a superação da maior crise contemporânea da humanidade. Em meados de março, como explica o presidente do Instituto Agropolos, Neto Rebouças, quando Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, por meio de medida extraordinária e temporária, a fabricação de produtos como álcool e desinfetantes, começaram os testes na Fábrica Escola.
"Nosso objetivo sempre foi aumentar a oferta do produto, que no mercado tem um preço elevado, para que as instituições de saúde pública e os lares de proteção aos idosos, que fazem parte dos grupos de risco, tivessem mais acesso a itens de proteção. E assim que surgiu a normativa, não pensamos duas vezes antes de empreendermos esforços para produzir esse álcool exclusivo para doação”, comenta.
Segundo o gestor, outras medidas foram adotadas pela diretoria do Instituto, como uma campanha solidária para ajudar com doações a Casa São Maxiliano Kolbe, que atende mais de 200 pessoas em situação de rua em Fortaleza. “É muito importante que cada um faça a sua parte, seguindo diretrizes dos órgãos oficiais da Saúde, lavando as mãos corretamente e cumprindo o distanciamento social. E neste momento de retomada, as empresas terão um papel fundamental para o sucesso desse retorno”, conclui Neto Rebouças.
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