Pesquisa mostra que 82% são contra crianças de até 3 anos com celular Levantamento mostra que 52% aceitam celular próprio até os 12 anos Luiz Claudio Ferreira - Repórter da Agência Brasil Publicado em 09/10/2026 - 20:21 Brasília © Arquivo/EBC Versão em áudio Uma pesquisa do Instituto Locomotiva divulgada nesta sexta-feira (9) mostrou que 82% dos adultos brasileiros são contrários a que crianças de até três anos de idade possam ficar diante de celulares. Por outro lado, 15% são a favor. Para crianças de quatro a sete anos, a oposição dos adultos é de 75%. Quando o assunto é ter um aparelho próprio, 52% aceitam que a criança ganhe um celular até os 12 anos de idade. A pesquisa, divulgada às vésperas do Dia das Crianças (12), foi realizada com 1.367 homens e mulheres de 18 anos ou mais entre 28 de setembro e 6 de outubro. Recomendações O Guia sobre Usos de Dispositivos Digitais , publicado pelo governo federal no ano passado, faz recomendações sobre o tema ....
A Prefeitura de Juazeiro do Norte, por meio da Secretaria da Saúde, lamenta informar que foi confirmado mais um óbito por coronavírus no município. Ao mesmo tempo, solidariza-se com os familiares do paciente. Trata-se de um homem, de 28 anos, com asma. O óbito ocorreu no dia 21 de junho.
Até a tarde desta terça-feira (23), o Município notificou 9.924 pacientes, dos quais 34 são casos suspeitos que aguardam os resultados dos exames, 7.998 casos descartados e 1.892 casos confirmados. Entre os pacientes confirmados há 46 hospitalizados, 1.043 em isolamento domiciliar, 742 que já estão recuperados, e 61 óbitos.
Com o aumento da realização de testes rápidos, que está acontecendo em mais quatro Unidades de testagem, além da Unidade Sentinela, estão sendo detectadas mais pessoas infectadas, o que possibilita as orientações quanto ao isolamento domiciliar e quanto ao tratamento adequado à necessidade de cada caso.
A Prefeitura Municipal, alinhada com as medidas do Governo do Estado do Ceará, segue com as ações de enfrentamento à pandemia do coronavírus, ampliando estruturas de atendimento e reforçando a necessidade do isolamento social mais rígido para barrar o avanço da transmissão da doença.
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