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Destinação correta de resíduos avança após início da Operação Capital Limpa e Ordenada em Fortaleza

  Destinação correta de resíduos avança após início da Operação Capital Limpa e Ordenada em Fortaleza Entre fevereiro e julho, Ecopontos ampliaram em 30,6% o volume recebido, enquanto o Limpezinha registrou crescimento de 662,2% na quantidade recolhida Compartilhe: Entre fevereiro e julho, o volume entregue pela população nos Ecopontos passou de 10.823,66 toneladas para 14.134 toneladas, um aumento de 3.310,34 toneladas, equivalente a 30,6% (Foto: Tainá Cavalcante) Desde o início da Operação Capital Limpa e Ordenada, em fevereiro, a Prefeitura de Fortaleza tem registrado avanço nos serviços que oferecem à população alternativas para o descarte e a destinação correta de resíduos. Na comparação entre fevereiro e julho, cresceram os volumes encaminhados aos Ecopontos, ao Limpezinha e ao Re-ciclo, programas que atuam em diferentes etapas da gestão de resíduos da cidade. O movimento acompanha a estratégia adotada pela Operação, que não se limita à retirada do lixo acumulado nos corredor...

MPF cobra na Justiça conclusão da titulação e regularização de terras quilombolas em Caucaia (CE)

 O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com ação na Justiça Federal (JF) para garantir a conclusão do processo de titulação e regularização fundiária das terras da Comunidade Quilombola do Boqueirão da Arara, no município de Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza (CE). Com a demora na finalização do procedimento pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), o território vem sofrendo invasões e interferências de terceiros.


Iniciado em 2012, o processo de titulação e regularização, conforme apurou o MPF, não teve qualquer avanço desde 2016, quando houve a publicação, no Diário Oficial da União (DOU), da portaria do Incra reconhecendo e declarando os limites da terra quilombola.

Na ação, o MPF pede que o Instituto e a União sejam condenados a dar andamento imediato ao procedimento, com conclusão em prazo razoável. O procurador da República Marcelo Monte, titular do caso, avalia que a demora na conclusão do procedimento e as invasões à terra da comunidade do Boqueirão da Arara comprometem o pleno gozo de todos os direitos assegurados constitucionalmente aos quilombolas.

O Incra alega que o entrave para dar prosseguimento ao processo seria a falta de recursos financeiros. “A União tem esvaziado injustificadamente o orçamento do Incra, principalmente no que toca àquela parcela destinada à aquisição de terras, o que causou a paralisação dos procedimentos em curso, incluindo o do Boqueirão da Arara”, conclui o procurador da República.

Número do processo para consulta:
0817416-81.2021.4.05.8100

Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal no Ceará

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