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NOTA DE PESAR | Sindjorce lamenta a morte da jornalista Sônia Pinheiro e destaca seu legado para o colunismo social cearense

  🤍 NOTA DE PESAR | Sindjorce lamenta a morte da jornalista Sônia Pinheiro e destaca seu legado para o colunismo social cearense O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Ceará (Sindjorce) lamenta o falecimento da jornalista Sônia Maria Pinheiro, ocorrido nesta sexta-feira (16). Com uma carreira iniciada em 1971, Sônia marcou o jornalismo cearense por sua atuação em importantes veículos de comunicação e por sua contribuição ao colunismo social. Ao longo de mais de cinco décadas de profissão, acompanhou gerações de personalidades e registrou acontecimentos da vida pública, cultural e social do Ceará, construindo uma relação próxima com seus leitores e personagens. Sônia iniciou sua trajetória profissional como repórter do jornal O Estado. Na redação, passou por diferentes editorias, da área social à policial, entrevistou artistas e atletas e assinou uma página dominical em parceria com a jornalista Stela Crisóstomo. Posteriormente, trabalhou nos jornais Correio do Cear...

Senado aprova ampliar atenção à mulher na prevenção ao câncer pelo SUS

 O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (29), por unanimidade, o projeto que amplia o atendimento de atenção integral à mulher pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na prevenção e no tratamento dos cânceres do colo uterino, de mama e colorretal. O texto segue para sanção da Presidência da República.

A proposta determina que a mamografia, a citopatologia e a colonoscopia sejam realizadas pelo SUS a todas as mulheres a partir da puberdade e não mais a partir dos 40 anos ou com o início da vida sexual. Até então, a legislação estabelecia que fossem feitas mamografias nas mulheres a partir dos 40 anos de idade.

Para o relator, senador Marcelo Castro (MDB-PI), a proposta permitirá às mulheres o acesso à mamografia, à citopatologia e à colonoscopia em tempo hábil para prevenir o surgimento desse tipo de doenças.

“A prevenção, o diagnóstico e o tratamento precoces dessas doenças ajudam a evitar ou minimizar os impactos devastadores que tais patologias podem causar na vida das mulheres e de suas famílias, ao mesmo tempo em que geram economia de recursos para o SUS, ao evitar tratamentos mais longos e complexos, além de mais inefetivos”, justificou o congressista.

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