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TSE: Paraná tem 94 cidades com falta de luz, mas votação segue normal

  TSE: Paraná tem 94 cidades com falta de luz, mas votação segue normal Nunes Marques garantiu que urnas continuaram funcionando Letycia Treitero Kawada - Repórter da Agência Brasil Publicado em 04/10/2026 - 17:28 São Paulo © Leobark Rodrigues/TSE Versão em áudio Com as fortes chuvas, o Paraná registrou falta total ou parcial de energia elétrica em seções eleitorais em 94 municípios. O balanço foi anunciado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques. Em 140 cidades paranaenses, os problemas no fornecimento de luz apareceram já no início da eleição e não haviam sido solucionados completamente até por volta das 15h. Nunes Marques, contudo, disse que a votação seguiu normalmente no estado, assegurada pelo uso de baterias e geradores de energia.  "Todas as urnas estão funcionando", afirmou. O Paraná soma mais de 8,6 milhões de eleitores aptos a votar este ano, segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). A eleição no estado é acompa...

Ataque contra estação de Kramatorsk deixa dezenas de mortos e feridos

 Mais de 39 pessoas morreram e pelo menos 87 ficaram feridas em ataque que atingiu a estação ferroviária de Kramatorsk nesta sexta-feira (8). As autoridades locais dizem que a ação ocorreu no momento em que centenas de pessoas tentavam sair do Leste da Ucrânia.

De acordo com o governador de Donetsk, Pavlo Kyrylenko, foram registrados 39 mortos e 87 feridos. O balanço inicial indicava pelo menos 30 mortos e 100 feridos.

Morreram pelo menos quatro crianças, segundo os serviços de segurança da Ucrânia.

O ataque visou a uma estação de trem que estava sendo utilizada para a retirada de civis do Leste da Ucrânia, disse o governador. 

“Milhares de pessoas estavam na estação no momento do ataque com mísseis. Os moradores da região de Donetsk estão sendo retirados para áreas mais seguras do país”, acrescentou no Telegram.

O prefeito da cidade de Kramatorsk, Oleksander Honcharenko, informou que cerca de 4 mil pessoas, a grande maioria idosos, mulheres e crianças, estavam na estação no momento do ataque.

Moscou negou qualquer envolvimento nos acontecimentos de Kramatorsk e desmentiu que as forças russas tenham desencadeado o ataque.

Em comunicado citado pela agência RIA, o Ministério russo da Defesa argumentou que o tipo de míssil utilizado costuma integrar o arsenal dos militares ucranianos e que é semelhante ao que atingiu o centro da cidade de Donetsk, em 14 de março.

Joseph Borrell, chefe da diplomacia da União Europeia, que está a caminho de Kiev acompanhado pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, condenou o que considera "ataque indiscriminado".

"Os russos sabiam que a estação ferroviária de Kramatorsk estava cheia de civis À espera de serem retirados. Ainda assim, atingiram-na com um míssil balístico, matando pelo menos 30 e ferindo pelo menos 100 pessoas. Esse foi um massacre deliberado. Levaremos cada criminoso de guerra à Justiça", disse no Twitter o ministro ucraniano dos Negócios Estrangeiros, Dmytro Kuleba.

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