O dólar voltou a cair e se aproximou do patamar de R$ 5, no menor nível em mais de dois anos. A bolsa brasileira renovou recordes nesta sexta-feira (9), em um dia de maior apetite por risco no mercado global. O movimento ocorreu em meio à estabilidade do petróleo no exterior e à repercussão de dados de inflação no Brasil. A moeda americana encerrou o dia em forte queda, ao mesmo tempo em que o Ibovespa registrou o nono pregão consecutivo de alta. A bolsa aproximou-se dos 200 mil pontos pela primeira vez, impulsionada pela entrada de capital estrangeiro e pelo otimismo com o cenário internacional. O ambiente externo mais favorável, com expectativas de redução de tensões no Oriente Médio, também contribuiu para a valorização de ativos de países emergentes, como o Brasil. No cenário doméstico, investidores reagiram ainda à divulgação da inflação oficial de março pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O indicador ficou em 0,88% , acima do esperado, e re...
O mercado financeiro teve um dia de pânico após a volta do feriado. O dólar subiu 4% e teve a maior alta para um único dia desde o início da pandemia de covid-19, em março de 2020. A bolsa de valores teve a maior queda diária desde novembro e registrou a pior semana em seis meses.
O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (22) vendido a R$ 4,805, com alta de R$ 0,185 (+4%). A alta só não foi maior porque o Banco Central (BC) interveio no câmbio, vendendo US$ 571 milhões das reservas internacionais no fim da tarde. Na máxima do dia, por volta das 16h, a cotação chegou a R$ 4,83. Essa foi a maior alta diária desde 16 de março de 2020.
O real liderou a desvalorização entre as principais moedas globais nesta sexta-feira. A divisa, que acumulava queda em abril, passou a registrar alta de 0,92% no mês. Em 2022, a moeda norte-americana acumula recuo de 13,82%.
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