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PCCE prende quatro homens e cumpre seis mandados de busca e apreensão durante operação contra grupo criminoso no Crato

 Na ação, um homem também foi autuado em flagrante por posse irregular de arma de fogo A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), por meio da Delegacia de Crato, deflagrou, na manhã desta terça-feira (2), a segunda fase da Operação Parceiros, com foco em desarticular as ações ilegais de integrantes de um grupo criminoso de origem carioca com atuação no Crato, município pertencente à Área Integrada de Segurança Pública 2 (AIS 2). Ao todo, foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e seis de busca e apreensão. Um homem também foi autuado em flagrante por posse irregular de arma de fogo.  O primeiro preso foi um homem, de 20 anos, que já possui uma extensa ficha criminal, com antecedentes pelos crimes de posse e porte irregular de arma de fogo, homicídio, integrar organização criminosa e crime contra a administração pública. Já o segundo capturado, de 21 anos, responde por tráfico de drogas. O terceiro e último alvo, de 27 anos, também apresenta histórico criminal, com pa...

Ucrânia diz que tragédia de Mariupol complica esforços de paz

 O principal negociador da Ucrânia disse nesta terça-feira (19) que é difícil prever quando as negociações de paz podem ser retomadas devido ao cerco russo da cidade de Mariupol e do que ele descreveu como o desejo de Moscou de fortalecer sua posição por meio de uma nova ofensiva militar.

Kiev e Moscou não mantêm conversas presenciais desde 29 de março, e a atmosfera azedou com as alegações ucranianas de que tropas russas realizaram atrocidades em uma cidade perto de Kiev. Moscou nega as acusações.

Mykhailo Podolyak, principal negociador da Ucrânia, disse à Reuters que o contínuo cerco de Mariupol e o repetido fracasso das tentativas de arranjar corredores seguros para a retirada de civis ucranianos também complicaram as conversações.

"Obviamente, tendo como pano de fundo a tragédia de Mariupol, o processo de negociação se tornou ainda mais complicado", disse ele em resposta por escrito a perguntas sobre as negociações de paz.

"A Rússia renuncia desafiadoramente a qualquer manifestação de humanidade e humanismo quando se trata de certos corredores humanitários. Especialmente quando falamos de Mariupol."

Cada lado culpa o outro pelo fracasso das negociações de paz e pelo fracasso das negociações sobre corredores seguros para civis.

Podolyak disse que alguns contatos continuam online para adequar os acordos alcançados sobre garantias futuras para a segurança da Ucrânia, garantindo que estejam em conformidade com a lei internacional.

"É difícil dizer quando a próxima rodada de negociações cara a cara será possível porque os russos estão apostando seriamente [em obter ganhos] na chamada 'segunda etapa da operação especial'", disse.

Autoridades locais dizem que milhares de pessoas foram mortas no cerco de Mariupol. Podolyak disse que a Rússia queria esmagar os últimos combatentes em Mariupol para fins de "propaganda interna".

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