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Vote Segura mostra boas práticas de políticas de segurança a mulheres Guia lista 11 recomendações para parlamentares eleitos

  Vote Segura mostra boas práticas de políticas de segurança a mulheres Guia lista 11 recomendações para parlamentares eleitos Agência Brasil Publicado em 22/10/2026 - 13:34 Brasília © Marcelo Camargo/Agência Brasil Versão em áudio A Rede Justiça Criminal lançou a campanha Vote Segura , voltada prioritariamente à segurança das mulheres. No ano passado, canais oficiais registraram 1.571 vítimas de feminicídio no país. Significa que ao menos quatro mulheres foram assassinadas por dia por motivação relacionada ao gênero. Para cada feminicídio consumado, outros três foram tentados. A campanha Vote Segura elaborou um guia com um conjunto de boas práticas legislativas para orientar a formulação de programas de mandato, projetos de lei, atividades de fiscalização e articulação política. O objetivo é qualificar o debate público e subsidiar candidaturas ao Congresso Nacional comprometidas com a redução da violência contra o público feminino. As mulheres representam 51,5% da população bra...

BPEsp da PMCE mantém acompanhamento de vítimas LGBTQIA+ em parceria com centros de referência

 Firmado entre fevereiro de 2022, um acordo entre a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) com os Centros de Referência Estadual e Municipal LGBT+ Thina Rodrigues e Janaína Dutra, respectivamente, permite o acompanhamento, realizado por meio do Batalhão de Policiamento de Prevenção Especializada (BPEsp) da Polícia Militar do Ceará (PMCE), de vítimas LGBTQIA+ no Estado.

Com quatro meses de parceria, as vítimas seguem recebendo acompanhamento de composições do BPEsp da PMCE. “Esse trabalho é contínuo. As vítimas recebem visitas de policiais militares do Grupo de Apoio às Vítimas de Violência (Gavv), que escutam as demandas das vítimas e articulam, com uma rede de apoio, possíveis soluções para os conflitos. O acompanhamento é contínuo, até a situação de vulnerabilidade ser totalmente superada”, explica o major comandante do BPEsp, Messias Mendes.

Segundo o comandante, até o momento, os atendimentos realizados por meio da parceria têm, como perfil das vítimas, pessoas trans com idade média de 30 anos, que passaram por situações de violência doméstica ao terminar um relacionamento. O major da PMCE, Messias Mendes, lembra que apesar da semelhança, cada situação é individual. “Esse fluxo possibilita ao policial militar, que já passa por uma formação diferenciada, um olhar mais direcionado para a situação. Caso um familiar ou um vizinho não aceita a orientação sexual do jovem LGBTQIA+, por exemplo, podemos mediar aquele conflito. Tudo o que queremos é evitar a vulnerabilidade. Com essa parceria, temos chances de reduzir novos episódios de violência”.

O trabalho do BPEsp da PMCE é iniciado a partir de denúncias recebidas pelos centros de referência estadual e municipal. As entidades acionam o Batalhão, que encaminha policiais militares para um atendimento humanizado. O acompanhamento inicial é feito entre 24 e 48 horas após o acionamento, por policiais militares do Grupo de Apoio às Vítimas de Violência, um dos grupos do comando especializado.

Observatório Cearense dos Crimes Correlatos por LGBTQIAPNfobias

Também com quatro meses de criação, o Observatório Cearense dos Crimes Correlatos por LGBTQIAPNfobias mantém uma rotina de reuniões mensais, com todos os representantes do grupo, para discutir inquéritos e sugerir estratégias de monitoramento de crimes violentos contra vítimas LGBTQIA+ à SSPDS. Representando a Polícia Militar do Ceará, participa do Observatório, o comandante do BPEsp, major Messias Mendes. “Esses estudos são interessantes, ajudam o Estado a pensar em protocolos de atuação das Forças de Segurança do Ceará, para que essas se tornem mais inclusivas e atentas às demandas dessas pessoas”, explica.

Serviço

WhatsApp do GAAV- BPEsp da PMCE: (85) 98902-3372
Centro de Referência LGBT+ Thina Rodrigues: (85) 98993-3884

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