O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
A Coordenadora Geral do Curso de Enfermagem do UniFanor Wyden, Isabella Campelo, foi homenageada em Sessão Solene no Plenário da Câmara Municipal de Fortaleza, ontem (30), ao ser celebrado o Dia de luta pela valorização da Enfermagem. "Para mim, é uma honra receber essa homenagem não só pela categoria, mas pelo curso que faço parte como coordenadora e docente, estamos diariamente na luta por serviços de qualidade e melhores condições de trabalho na Enfermagem”, conclui Isabella Campelo.
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