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Justiças Eleitoral e do Trabalho lançam campanha contra assédio Meta é defender voto livre e secreto dos funcionários

  Justiças Eleitoral e do Trabalho lançam campanha contra assédio Meta é defender voto livre e secreto dos funcionários Agência Brasil Publicado em 06/08/2026 - 11:21 Brasília © Fernando Frazão/Agência Brasil Versão em áudio O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) lançaram nesta quinta-feira (6) uma mobilização nacional conjunta contra o assédio eleitoral de patrões sobre os empregados.  Com o slogan No meu voto mando eu , a campanha Aliança pelo Voto Livre e Secreto é voltada a prevenir e combater atos de empregadores, superiores e colegas que busquem influenciar o voto livre e secreto de funcionários.  O assédio eleitoral ocorre quando alguém utiliza sua posição de poder no ambiente de trabalho para influenciar, constranger ou pressionar trabalhadores a votar, deixar de votar ou apoiar determinado candidato, partido ou posicionamento político. “É a prática do empregador que gera esse constrang...

Pré-candidato a deputado estadual, Dr. Victor Gurgel irá atuar em prol da pessoa trans no Ceará

 


A hormonioterapia é um tratamento seguido por pessoas transgênero que desejam modificar o seu corpo através do uso de hormônios, sejam eles masculinos ou femininos. 


Para a pessoa transgênero, esse tipo de tratamento muitas vezes é difícil, especialmente no Ceará. "Mesmo resolvendo com a Justiça, mudando seu nome social, o homem ou a mulher trans é desassistida na terapia hormonal. Algumas acabam optando por tratamentos errados ou sem o devido acompanhamento", ressalta o médico Dr. Victor Gurgel. Outro problema é a falta de acesso. 


"É difícil encontrar um tratamento regular em hospitais e clínicas. Há médicos que não possuem sequer habilidade ou estão aptos a resolver demandas de saúde da pessoa trans", complementa.


Conforme explica Dr. Gurgel, a questão da saúde afeta até a empregabilidade. "Como não há tratamento, ele ou ela precisam se 'destransformar' e voltar a ser aquilo que não é. Há empresas das áreas de comércio, serviços e indústria que ainda têm preconceito em contratar um homem ou mulher trans", argumenta.  "O desemprego torna-se um grave problema. Para sustentar o lar e familiares, essa pessoa acaba buscando a prostituição como meio de ganhar a vida", diz. 


Para o especialista, a saúde pública é um direito de todos. "Não importa se é gay, heterossexual ou não-binário. O hospital ou a clínica está ali para atender todos de maneira justa e igualitária", finaliza.

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