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Pesquisa aponta lacuna entre conhecimento e uso de PrEP contra o HIV Disparidade indica desafio de acesso à prevenção

  Pesquisa aponta lacuna entre conhecimento e uso de PrEP contra o HIV Disparidade indica desafio de acesso à prevenção Cristina Índio do Brasil - repórter da Agência Brasil Publicado em 27/07/2026 - 18:16 Rio de Janeiro © Prefeitura de Mucuri/Divulgação Versão em áudio Uma pesquisa realizada com usuários do aplicativo de relacionamentos Grindr em 10 países alertou nesta segunda-feira (27) que mesmo o elevado conhecimento sobre a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) como forma de prevenção ao HIV ainda não se traduz em um uso equivalente dessa forma de proteção. Essa distância indica que o acesso à prevenção é o maior desafio, concluem os pesquisadores. Segundo o relatório Closing the Gap ( Fechando a Lacuna , em português), no Brasil, 72% dos usuários que participaram da pesquisa declararam conhecer a PrEP, mas somente 28% utilizavam o método . Quando a referência é a PrEP sob demanda, embora 65% saibam o que é, apenas 13% já fizeram o uso. Os números foram divulgados pela iniciativa ...

Dicas para o 2° dia de provas do Enem2022

 

O primeiro dia de provas do Enem 2022 foi no último domingo (13/11). Mais de 2,4 milhões de candidatos compareceram dos quase 3,4 milhões de inscritos. A redação teve como tema “Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil” e surpreendeu participantes. As questões abordaram temas como Amazônia, Guerra da Ucrânia, questões sociais e tecnologia.

No segundo dia de provas, que será em 20 de novembro, matérias de Matemática e Ciências da Natureza serão cobradas. São 90 questões objetivas a serem respondidas em 5 horas. Essa é a chance daqueles que não foram tão bem no primeiro dia recuperarem sua nota. Para tanto, definir estratégias de prova é essencial. Segundo Fabrício Garcia, professor e CEO da Qstione, é preciso administrar bem o tempo e garantir as questões em que se tem mais domínio.

Quando se trata de questões objetivas, surge a dúvida: vale a pena chutar algumas questões quando não se tem o conhecimento específico? De acordo com o especialista, o ideal é que o estudante se esforce realmente para responder conscientemente todas as questões, mas como nem tudo são flores, o estudante pode perder tempo durante o teste e não conseguir responder todas elas. Nesse caso, não há outra saída a não ser chutar algumas questões.

E quando se fala em ‘chute’, vale tratar da Teoria da Resposta ao Item (TRI). A análise baseada na Teoria da Resposta ao Item (TRI) delineia um padrão de acertos específicos para cada respondente do exame, que varia de acordo com o nível de proficiência de cada estudante. Essas características tornam a TRI extremamente interessante enquanto modelo de análise de resultados de avaliações de estudantes. Porém, a lógica do cálculo do score de cada estudante é bem mais difícil de explicar.

Estudantes com o mesmo número de acertos podem apresentar resultados diferentes, pois o perfil de acertos também influencia o resultado final. Assim, o índice de dificuldade das questões (entre outras variáveis estatísticas), definido estatisticamente após a análise do resultado do teste, tem um papel fundamental na lógica de cálculo do resultado. Por isso, responder esta pergunta (É possível chutar no Enem?) não é tão simples assim. Em alguns casos, estudantes que chutam integralmente a prova podem obter resultados superiores a própria média de resultados da prova.

Em suma, ao chutar o estudante literalmente entrega o resultado da prova a sua própria sorte, pois o resultado dos chutes não dependerá apenas do acerto ou erro da questão, mas também do próprio perfil de acertos do teste.

 

Yolanda Drumon

Mira Comunicação

yolanda.drumon@miracomunica.com.br

pautas@miracomunica.com.br


Perfil:

Fabrício Garcia_Sócio-fundador da plataforma Qstione, um dos mais importantes sistemas de gestão de avaliações de estudantes do Brasil. Atualmente coordena a implantação de sistemas de avaliação em todo Brasil. É palestrante nas áreas de neurolinguística, EaD e especialista em sistemas de avaliação de estudantes, além de possuir larga experiência em produção de conteúdos educacionais para internet. Com mestrado pela Universidade Federal da Paraíba (2007), atuou como professor e também foi coordenador do Núcleo de Educação a Distância da FACENE/FAMENE, Coordenador Acadêmico do curso de Medicina e Coordenador do Curso de Farmácia neste período.

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