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Operação do MPCE/Gaeco resulta na prisão de agentes de segurança investigados por possível envolvimento em organização criminosa

  Operação do MPCE/Gaeco resulta na prisão de agentes de segurança investigados por possível envolvimento em organização criminosa 29 de outubro de 2026 2 min de leitura O Ministério Público do Ceará (MPCE), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), deflagrou nesta quinta-feira (29/10) a Operação Dupla Face com o objetivo de desarticular uma organização criminosa supostamente integrada por agentes de segurança. A ação resultou na prisão de três policiais e de um informante no sistema prisional, e contou com o apoio da Coordenadoria de Inteligência (Coin) da Secretaria da Segurança Pública, da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) e da Polícia Civil do Ceará, além da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC) do Maranhão e do Gaeco do MPMA. Também foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em Fortaleza, Maracanaú, Aquiraz e no município de Capinzal do Norte, no Maranhão. A operação apreen...

Defesa de Torres cita risco de suicídio e faz novo pedido de soltura

 A defesa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres entrou, nesta quarta-feira (26), com novo pedido de liberdade no Supremo Tribunal Federal (STF). A petição questiona a decisão do ministro Alexandre de Moraes, que, na semana passada, rejeitou a soltura.

Torres está preso em um batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal desde 14 de janeiro. O ex-ministro é investigado no inquérito do STF que apura sua suposta omissão na contenção dos atos golpistas de 8 de janeiro. Na ocasião, ele estava à frente da Secretaria de Segurança do Distrito Federal.

No pedido de habeas corpus, os advogados citaram o quadro de saúde do ex-ministro e falaram em risco de suicídio.

De acordo com a defesa, laudos médicos elaborados após exames feitos na prisão mostram que Torres apresenta crises de ansiedade, fala palavras sem nexo e se diz "desanimo com a manutenção de sua vida".

"Os efeitos deletérios da custódia cautelar podem levar o paciente a ceifar a própria vida. E, caso isso não ocorra, a única certeza que se tem é que seu estado mental tenderá a piorar, porquanto a única alternativa terapêutica para sua convalescença, segundo a médica da Secretaria de Saúde do DF, reside na sua internação domiciliar", afirmou a defesa.

Ao manter a prisão de Anderson Torres, o ministro Alexandre de Moraes entendeu que a necessidade da prisão continua devido a "fortes indícios de que o ex-ministro foi conivente com a associação criminosa" que atuou nos atos golpistas de 8 de janeiro.

Edição: Nádia Franco

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