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Moraes revoga uso de tornozeleira para ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella e seu segurança estão em liberdade desde o dia 10

  Moraes revoga uso de tornozeleira para ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella e seu segurança estão em liberdade desde o dia 10 Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil Publicado em 25/07/2026 - 09:33 Rio de Janeiro © Marcio Canella/ Instagram Versão em áudio O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes revogou o uso de tornozeleira eletrônica pelo ex-prefeito de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, Márcio Correia de Oliveira (conhecido como Márcio Canella) e pelo sargento da Polícia Militar Antônio Gomes da Silva Neto, responsável pela escolta do político.  Também por decisão de Moraes , ambos estavam desde o dia 10 de julho em liberdade provisória, mediante o cumprimento de medidas cautelares, anuladas agora pelo magistrado. Ambos são investigados no Inquérito que apura a atuação de grupos criminosos violentos no estado do Rio de Janeiro e suas possíveis conexões com agentes públicos. O inquérito é decorrente das medidas impostas pelo STF no jul...

MPCE comprova ausência de prefeito de Tianguá das funções e cobra que Câmara Municipal investigue o caso

 

O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio da promotora de Justiça Anna Celina de Oliveira Nunes Assis, titular da 7ª Promotoria de Justiça de Tianguá, encaminhou à Câmara Municipal, na última segunda-feira (16/10), relatório e outros documentos que comprovam a ausência de Luiz Menezes de Lima do cargo de prefeito de Tianguá por prazo superior ao previsto em lei. 

No despacho, a Promotoria reforça que o prefeito da cidade está internado há mais de um mês em um hospital particular de Fortaleza. Conforme o Regimento Interno da Câmara de Vereadores de Tianguá, o prefeito da cidade não pode se ausentar, sem autorização da casa legislativa, por período superior a 15 dias. De acordo com a unidade hospitalar, Luiz Menezes está internado na unidade desde 15 de setembro.  

Após receber representação de um vereador da cidade dando conta da ausência do chefe do Poder Executivo de Tianguá, o MPCE instaurou Inquérito Civil com o objetivo de apurar a situação. O órgão ministerial tentou notificar o gestor por 16 dias consecutivos, não tendo encontrado o prefeito em nenhuma das tentativas. Posteriormente, o Ministério Público tentou notificá-lo através do WhatsApp, sem ter também conseguido retorno de Luiz Menezes.   

No relatório, o MPCE reforça que é atribuição da casa legislativa julgar a ausência do prefeito do cargo por tempo superior ao permitido em lei (Decreto Lei nº 201/67, artigo 4, inciso IX). Por essa razão, encaminhou a documentação à Câmara.   

No documento, o MPCE ainda destacou que encaminhou à Polícia Civil informações para instauração de inquérito policial contra quatro servidores da Prefeitura que teriam cometido o crime de falso testemunho. Os quatro afirmaram ao Ministério Público que o prefeito de Tianguá estaria cumprindo seus compromissos institucionais normalmente, apesar da confirmação da internação do político por parte do hospital. 

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