Surfe: Medina é vice-campeão em Peniche e sobe para 4º no ranking Após final equilibrada, brasileiro cai para norte-americano Colapinto Agência Brasil Publicado em 23/10/2026 - 17:46 Rio de Janeiro © Damien Poullenot/WSL/Direitos Reservados Versão em áudio O brasileiro Gabriel Medina ficou bem perto do primeiro título da temporada no circuito mundial de surfe (World Surfe League-WSL) nesta sexta-feira (23), em Peniche (Portugal). Ele travou um duelo equilibrado contra o norte-americano Griffin Colapinto, chegando a liderar a bateria, mas nos minutos finais acabou superado, com somatório de 16.77 contra 17.60 do adversário. Com os pontos obtidos em Peniche, Medina subiu da quinta para a quarta posição no ranking, com 43.210 pontos. A liderança segue com o atual campeão Yago Dora (48.865) , seguido pelo compatriota Ítalo Ferreira (46.015). Vendedor em Peniche, Colapinto (43.695) assumiu a terceira posição. Fechando o top 5 está o paulista Miguel Pupo (42.770) Foi o terceiro-vice-ca...
Profissionais do HGWA são capacitados em mediação de conflitos
No HGWA, o intuito é realizar atividades que envolvam tanto o grupo de profissionais como pacientes e acompanhantes. Tudo isso através de práticas colaborativas e restaurativas, que são a mediação e os círculos de construção de paz. O trabalho é desenvolvido através da oferta de serviços e ações que incentivam a resolução de conflitos de maneira pacífica, assim como fomenta a educação e a prevenção. Entre as principais vantagens do serviço, estão a comunicação colaborativa, inclusão social, fortalecimento de vínculos e autonomia da vontade dos participantes.
O coordenador do Serviço Social do HGWA, Michel Barbosa, explica que o grupo foi convidado a ir até a Alece receber os certificados do curso de “Mediação de Conflitos Extrajudiciais”. Além do serviço social, profissionais da ouvidoria, fonoaudiologia e centro de estudos também integram o time. “O objetivo é tentar resolver os conflitos por meio da cultura de paz, que é o diálogo. Ao trabalhar na saúde, nos deparamos não só com a doença física dos pacientes, mas toda sua totalidade de vida, seja ela social, emocional, física, bem como os conflitos familiares e extra familiares”, pontua.
A ouvidora do HGWA Kedina Bessa, que também participou do treinamento, destaca que a formação foi importante pois aperfeiçoou os conhecimentos para facilitar o trabalho em uma nova cultura de mediação. “É um método que trabalha o componente emocional, pois o ambiente hospitalar também é muito propício a conflitos, onde as pessoas se sentem fragilizadas. Dessa forma, podemos contribuir de forma humanizada e colaborativa, sendo um facilitador das relações e conduzir de forma neutra e imparcial o diálogo entre as partes, para que elas mesmas construam com autonomia a melhor solução para o conflito”, afirma.
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