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Você acredita ? Desemprego no 2º trimestre é 5,4%, o menor já registrado no período Rendimento cresce 2,8% em 1 ano e chega a R$ 3.738

  Desemprego no 2º trimestre é 5,4%, o menor já registrado no período Rendimento cresce 2,8% em 1 ano e chega a R$ 3.738 Bruno de Freitas Moura - Repórter da Agência Brasil Publicado em 30/07/2026 - 10:16 Rio de Janeiro © Marcelo Camargo/Agência Brasil Versão em áudio A taxa de desemprego no segundo trimestre ficou em 5,4%, atingindo o menor nível já registrado desde 2012, quando começa a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. O resultado representa queda em relação ao primeiro trimestre do ano (6,1%) e na comparação com o mesmo período de 2025, quando estava em 5,8%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No segundo trimestre, o Brasil atingiu o número de 103,1 milhões de pessoas ocupadas, cerca de 1,081 milhão a mais que no primeiro trimestre. Já o número de desocupados era de 5,9 milhões, o que representa 10% (718 mil pessoas) a menos que no primeiro trimestre. Na compar...

Terreiro de umbanda é depredado em Maricá, região metropolitana do Rio Agressores queimaram espaço e destruíram imagens e utensílios

 O Centro Espírita Axé das Almas, um terreiro de umbanda na cidade de Maricá, região metropolitana do Rio de Janeiro, foi alvo de depredação na madrugada deste sábado (13). Os agressores atearam foto no espaço, localizado no bairro de Itaipuaçu. Também houve destruição de inúmeras imagens e utensílios.

Em nota, a prefeitura de Maricá repudiou a violência. De acordo com o município, levando em conta o tipo de objetos que foram destruídos, existe a suspeita de que "o ataque tenha sido motivado por intolerância religiosa".

Ainda conforme o texto, a Secretaria Municipal de Assuntos Religiosos está acompanhando as investigações do crime e presta total apoio e solidariedade à casa.

A Polícia Civil já abriu inquérito para investigar o caso.

Procurada pela Agência Brasil, Mãe Nilce de Iansã, coordenadora da Rede Nacional de Religiões Afro-brasileiras e Saúde (Renafro), disse que ainda não tinha conhecimento de detalhes do ocorrido.

"Infelizmente, continuamos sofrendo com o racismo religioso. Fizemos um pesquisa e levamos à ONU [Organização das Nações Unidas], mas não temos uma política pública que nos ajude nesse sentido", afirmou Mãe Nilce.

Edição: Nádia Franco

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