⚖️ A OAB Ceará foi à Justiça para garantir que a greve dos empregados da Caixa não impeça advogados, advogadas e cidadãos de receberem o que já foi reconhecido pela Justiça.
Nesta quarta-feira (23), a Ordem ajuizou Ação Civil Pública, com pedido de liminar, na 2ª Vara do Trabalho de Fortaleza (TRT-7). O pedido é para que seja mantido, no mínimo, 30% do efetivo nas agências e postos da Caixa responsáveis por operações ligadas ao Poder Judiciário, durante todo o expediente bancário.
📌 A medida busca garantir operações que não podem esperar o fim da paralisação: ▪️ pagamento de RPVs e precatórios ▪️ cumprimento de alvarás e mandados judiciais de pagamento ▪️ levantamento e liberação de depósitos judiciais ▪️ outras providências necessárias à efetivação de decisões judiciais
A greve começou em 10 de setembro e foi mantida por tempo indeterminado após a assembleia de 21 de setembro. A ação é direcionada ao Sindicato dos Bancários do Ceará (Sintrafi-CE).
🤝 A iniciativa não questiona o direito de greve nem as reivindicações dos trabalhadores. O objetivo é compatibilizar esse direito com outras garantias igualmente protegidas: o acesso à Justiça, a efetividade das decisões judiciais, o livre exercício da advocacia e o recebimento de verbas de natureza alimentar.
💬 “A OAB Ceará reconhece e respeita o direito de greve dos trabalhadores, mas também tem o dever institucional de atuar quando uma paralisação passa a comprometer a efetividade de decisões judiciais, o exercício da advocacia e o recebimento de valores de natureza alimentar. Nosso objetivo é buscar um equilíbrio entre direitos igualmente assegurados, para que a greve não impeça o cidadão de receber aquilo que lhe foi reconhecido pela Justiça”, afirma a presidente da OAB-CE, Christiane Leitão.
A OAB Ceará segue firme na defesa das prerrogativas da advocacia e do acesso à Justiça.
🔗 Leia a matéria completa no site: oabce.org.br
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