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Capital Limpa e Ordenada: videomonitoramento flagra descarte irregular de resíduos e picape é apreendida no Conjunto Palmeiras Agefis já contabiliza 1.321 autos de infração registrados a partir de flagrantes da infração por videomonitoramento em 2026

  Capital Limpa e Ordenada: videomonitoramento flagra descarte irregular de resíduos e picape é apreendida no Conjunto Palmeiras Agefis já contabiliza 1.321 autos de infração registrados a partir de flagrantes da infração por videomonitoramento em 2026 Compartilhe: Guarda Municipal de Fortaleza abordou o responsável e aguardou a chegada dos fiscais da Agefis; veículo foi encaminhado ao pátio da autarquia A Prefeitura de Fortaleza, por meio da Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis), autuou o proprietário de uma picape após flagrar o descarte irregular de resíduos em um terreno baldio no bairro Conjunto Palmeiras. A ocorrência foi registrada na manhã desta terça-feira (20/10), por meio do Centro Integrado de Videomonitoramento de Fortaleza, durante ação da Operação Capital Limpa e Ordenada. As imagens mostram o homem chegando ao local por volta das 8h45 e retirando resíduos de poda de árvores, peças automotivas, entre outros materiais transportados na carroceria da picape. Às ...

Só para os falsos jornalistas pela falsa democracia ?

 

Meta recusa pedido federal para criar canal de proteção a jornalistas

Observatório apontou relatos recorrentes de bloqueios e suspensões
Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil
Publicado em 20/10/2026 - 16:31
Brasília
São Paulo (SP), 19/10/2026 - Organizações da sociedade civil e movimentos sociais realizam protesto em frente à sede da Meta , na avenida Faria Lima,3732, para denunciar o que consideram interferência sistemática da big tech na eleição brasileira. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
© Paulo Pinto/Agência Brasil
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Dona do Instagram, do Facebook, do WhatsApp e de outras plataformas digitais e redes sociais, a empresa de tecnologia Meta se negou a criar um canal direto para receber denúncias de ameaças, assédio, ataques digitais, bloqueios e suspensão de contas de jornalistas, comunicadores e veículos de comunicação.

A criação de um canal para o encaminhamento e acompanhamento de casos urgentes foi solicitada pelo Observatório da Violência Contra Jornalistas e Comunicadores Sociais (Observatório), órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública e responsável por monitorar e apoiar as investigações das denúncias envolvendo comunicadores sociais.

Em nota, o observatório informou que agiu motivado pelos “recorrentes relatos de bloqueios, suspensões e outras restrições envolvendo jornalistas, comunicadores e veículos de comunicação”, mas que a Meta, ao negar o pedido, alegou a “complexidade técnica, jurídica e operacional” da medida.

“[A empresa] afirmou que o mecanismo poderia representar a “assunção [aceitação] de novas obrigações regulatórias”, revelou o observatório.

O órgão acrescentou que a Meta argumentou também que a análise do pedido exigiria um prazo maior, compatível com a complexidade do tema, e que suas políticas se aplicam a todos os usuários, igualmente, de forma que, para a Meta, os canais gerais já disponíveis são suficientes.

A reportagem da Agência Brasil entrou em contato com a assessoria da Meta, que respondeu que a empresa não vai comentar o assunto.

Violência Digital

Em nota, as secretarias de Justiça (Senajus), de Direitos Digitais (Sedigi) e de Políticas Digitais (Spdigi) do Ministério da Justiça e Segurança Pública destacaram que foram registrados 14.182 ataques digitais contra jornalistas e veículos de comunicação durante o primeiro turno, segundo a Coalizão em Defesa do Jornalismo.

Além disso, a organização CTRL+Z reuniu 1.121 relatos de restrições a contas e conteúdos políticos, incluindo bloqueios e remoções sem justificativa específica.

“Os levantamentos expõem duas ameaças ao debate público: a escalada da violência contra quem produz informação e a falta de transparência nas decisões que podem restringir sua circulação, com potencial impacto no legítimo exercício da liberdade de expressão”, apontam as secretarias.

O texto divulgado reforça a “necessidade de mecanismos específicos e permanentes de proteção a jornalistas, comunicadores e veículos de comunicação no ambiente digital”, para além do período eleitoral.

“Os canais gerais da Meta e a cooperação com a Justiça Eleitoral não substituem um mecanismo de proteção capaz de responder a situações urgentes de violência contra jornalistas, inclusive fora do período eleitoral”, insistiu o ministério.

A pasta ressalta que ataques e restrições ao exercício do jornalismo “ultrapassam a esfera individual e podem comprometer o direito de toda a sociedade à informação”.

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