Série B Novorizontino busca empate com CRB em Maceió Publicado em 16 de agosto de 2026, às 20h32 Lutando por uma vaga aos playoffs da Série B do Campeonato Brasileiro, o Novorizontino foi ao estádio Rei Pelé, em Maceió (AL), encarar o CRB, na noite deste domingo (16), pelo encerramento da 22ª rodada. Mesmo com boas oportunidades para ambos os lados, o empate sem gols permaneceu até o apito final. Com o 0 a 0, os visitantes ficam na sétima colocação, com 34 pontos, um a mais do que os donos da casa, que ocupam o nono lugar. No momento, Vila Nova, com 37 pontos, Fortaleza, com 36, e Operário Ferroviário e Sport, com 35, iriam aos playoffs, enquanto Criciúma, com 43, e Juventude, com 39, garantiram o acesso direto para a Série A. O primeiro tempo foi equilibrado, com boas chances de ambos os lados. Logo aos cinco minutos, Crystopher bateu com estilo e quase marcou para o CRB. O Novorizontino respondeu aos 28, em batida de Maykon que desviou em Kevin e parou em bela defesa de Vitor C...
Polícia Civil desarticula organização criminosa que atuava na venda de entorpecentes e psicotrópicos pelas redes sociais
Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) deflagrou uma operação contra uma organização criminosa que atuava no comércio ilícito de entorpecentes e psicotrópicos pelas redes sociais. A Operação Fármacos mobilizou policiais civis da Divisão de Combate ao Tráfico de Drogas (DCTD) e das delegacias de Combate aos Crimes de Lavagem de Dinheiro (DCCLD) e de Combate à Corrupção (Decor) para o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão, em Reriutaba e Pires Ferreira, cidades do Interior Norte do Estado, nessa quinta-feira (16). Mais de 1.300 caixas de medicamentos foram apreendidas e mais de R$ 140 mil em bens e contas bancárias foram bloqueadas. Uma pessoa foi presa em flagrante.

Os detalhes da operação foram divulgados em coletiva de imprensa, na manhã desta sexta-feira (17), na sede da DCTD, em Fortaleza. O titular da DCTD, delegado Pedro Viana, explica como o grupo realizava a venda de medicamentos pela internet. “O modo de agir da organização consistia em divulgar nas redes sociais a venda de suplementos vitamínicos e produtos de informática, a exemplo de pen drives, a preços bem acima dos negociados pelo mercado, de forma a chamar atenção dos clientes e dissimular o caráter ilícito dos produtos que efetivamente desejavam vender, ou seja, os medicamentos psicotrópicos e entorpecentes. As negociações se davam pelas redes sociais e posteriormente os produtos eram enviados pelos Correios”, detalha.
A Operação Fármacos mira a atuação de três irmãos de Reriutaba, que são proprietários de duas farmácias, sendo uma na cidade de origem dos suspeitos e outra em Pires Ferreira. Um dos irmãos foi preso em flagrante e autuado pelo crime de tráfico de drogas, cuja prática prevê pena de reclusão de 5 a 15 anos e pagamento de multa. O levantamento feito a partir dos dados analisados pela Polícia Civil aponta que o grupo teria movimentado mais de R$ 260 mil com a venda dos medicamentos entorpecentes e psicotrópicos em negociações que eram feitas para abastecer os pedidos enviados por usuários nas redes sociais.

Ao todo, os policiais civis cumpriram seis mandados de busca e apreensão em duas farmácias e em quatro residências alvos da investigação. Nos endereços, foram apreendidas mais de 1.300 caixas de medicamentos, um automóvel novo – avaliado em mais de R$ 65 mil –, R$ 83,5 mil em dinheiro, além do bloqueio de contas bancárias que estão em nomes dos investigados. Além disso, as equipes policiais apreenderam diversos envelopes já preparados para postagem nos Correios, contendo medicamentos entorpecentes e psicotrópicos, sem a devida retenção do receituário de controle especial. Toda a operação foi acompanhada por um fiscal do Conselho Regional de Farmácia do Ceará (CRF-CE).

Ainda durante os trabalhos para o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, os policiais civis descobriram que os medicamentos comercializados nas farmácias eram vendidos no balcão de atendimento, também sem a retenção de receitas médicas. Em alguns casos, os investigadores encontraram nas prateleiras do estabelecimento remédios de venda controlada sendo comercializados de maneira fracionada, o que é proibido conforme resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além disso, os funcionários guardavam as notas fiscais das vendas fracionadas dentro das caixas de remédio para que os proprietários tivessem o controle da saída dos comprimidos.
O que diz a lei?
A Portaria nº 344, de 12 de maio de 1998, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) considera a venda de medicamentos entorpecentes e psicotrópicos sem o devido receituário de controle especial como atividade relacionada ao tráfico de drogas.
Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.